sexta-feira, 18 de outubro de 2013 - Foto: Divulgação
E pode perder blocos de exploração se descumprir contratos. Lembrete foi dado à companhia de Eike Batista por Magda Chambriard, diretora da ANP (Leia mais abaixo)
A vida não anda nada fácil para OGX. Atolada em dívidas e com campos produzindo abaixo do esperado, a petrolífera fundada por Eike Batista precisa ficar de olho nas obrigações contratuais se não quiser perder o direito de exploração de suas áreas.
Segundo o Valor Econômico, o lembrete foi dado ontem por Magda Chambriard, diretora-geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP). "A empresa está perfeitamente ciente de que não pode descumprir objeto contratual, sob pena de perder os contratos", afirmou ela durante a cerimônia de posse de Waldyr Barroso, novo diretor do órgão.
Por contrato, a companhia assumiu compromissos como o fornecimento de garantias, a realização de planos de desenvolvimento e a avaliação de campos - entre outros.
Ontem à noite, a OGX confirmou em comunicado que está discutindo com o fundo Vinci Partners e outros investidores sua possível reestruturação financeira.
Avaliado em 1,6 bilhão de dólares, o campo Tubarão Martelo é hoje o maior ativo da companhia - mas não cobre a dívida de 10,8 bilhões de reais da empresa. (Leia mais abaixo)