OAB-Campos: nota de repúdio por casos de violência contra a mulher


  • 03/04/2019 15H27 Foto: Divulgação.

A Ordem dos Advogados do Brasil, 12ª Subseção do Rio de Janeiro, através da Comissão Permanente da OAB Mulher, vem a público informar que repudia veementemente toda e qualquer forma de violência contra a mulher.

As constantes notícias que versam sobre violência contra as mulheres demostram ser urgente e necessária a desconstrução dos estereótipos machistas e o debate de conscientização sobre a discriminação da mulher na sociedade brasileira, para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. (Leia mais abaixo)

Os índices de violência contra a mulher são estarrecedores e atinge milhares de mulheres no Brasil.

Ressalte-se que os dados apresentados pelo Conselho Nacional de Justiça apontam que somente no ano de 2018, 536 mulheres foram vítimas de violência a cada hora e o judiciário recebeu 4.461 processos de feminicídio.

Diante desses índices, conclui-se que a violência contra a mulher não conhece fronteiras geográfica, étnicas, sociais, religiosas ou econômica e despertam indignação em todo ser humano civilizado.

Não há motivos que justifiquem a violência contra a mulher ou qualquer ser humano.

Em uma sociedade machista e misógina, as mulheres que sofrem violência são constantemente vitimadas, sua palavra, moral e conduta quase sempre são colocadas em dúvida. (Leia mais abaixo)

Lembramos que toda vez que uma mulher denuncia uma violência sofrida, outras se encorajam a fazer o mesmo.

É fundamental a solidariedade a vítima de violência e o fortalecimento das mulheres como forma de enfrentamento e para que outras mulheres possam denunciar seus agressores.

A OAB/RJ 12ª Subseção, através da Comissão Permanente da Mulher se solidariza com as vítimas de violência contra a mulher e seus familiares, permanecendo na missão de conscientização sobre o tema, além de promover ações para prevenção e enfrentamento a esse tipo de crime.

Não nos intimidarão e nem nos calarão! Seguiremos firmes na defesa das mulheres, da democracia e dos direitos humanos.



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