Nova usina termelétrica reforça papel do Norte Fluminense como polo de energia

Campos 24 Horas mostra como a GNA II, inaugurada no Porto do Açu, reforça a posição da região Norte Fluminense como polo nacional de geração de energia


  • Atualização em 30/07/2025, 06h17, Foto: Reprodução.

Postado por Fabiano Venancio - A inauguração da segunda usina termelétrica no Porto do Açu, a GNA II, nesta segunda-feira (28), reforça a posição da região Norte Fluminense como polo nacional de geração de energia. A solenidade contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A GNA II é a maior usina de gás natural do Brasil e tem capacidade de 1,7 gigawats, podendo oferecer energia para cerca de 8 milhões de residências. O Campos 24 Horas mostra ainda nesta matéria os demais projetos de geração de energia renovável no Porto do Açu.

Além de vender a energia produzida e conectar a GNA ao Sistema Integrado Nacional (SIN), o Porto do Açu mira também atrair outras indústrias com a oferta deste ativo, dentro do seu projeto de diversificação. (Leia mais abaixo)

O complexo logístico portuário busca atrair para o quinto distrito de São João da Barra uma planta industrial de fertilizantes. Da área total de 130 km quadrados, o Porto do Açu conta com 90 km quadrados destinados a um complexo industrial.

Mas além da indústria, os executivos da Prumo Logística, grupo empresarial que administra o porto, desenvolvem tratativas para a instalação de data centers na região. (Leia mais abaixo)

O CEO do Porto do Açu, Eugênio Figueiredo, enumera algumas vantagens competitivas para a instalação destas empresas de tecnologia e armazenamento de dados. "No Porto contamos com geração própria de energia, água em abundância e ficamos distante de aglomerados urbanos, além de próximos de uma estação de cabos de fibra da Embratel, cuja extensão vamos trazer para cá", explicou.

O Porto do Açu, além das duas usinas termelétricas, tem projetos de geração de energia renovável como o hidrogênio verde, a eólica offshore e solar, de modo a contribuir com a descarbonização da indústria. (Leia mais abaixo)

A obra receberá investimentos de R$ 7 bilhões e integra o Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Durante a construção foram gerados cerca de 10 milhões empregos. (Leia mais abaixo)

 



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