Castro escolhe Washington Reis como vice

Castro e Reis embarcaram nesta terça para Brasília no mesmo avião


  • 28/06/2022,23h52, Foto: reprodução/Campos 24 Horas.

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), anunciou nesta terça-feira (28) o nome do ex-prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis (MDB), como vice em sua chapa à reeleição nas eleições deste ano. Castro e Reis embarcaram nesta terça para Brasília no mesmo avião. Na agenda dos dois, um jantar com o presidente do diretório nacional do PL, Valdemar Costa Neto, e o deputado federal Baleia Rossi (MDB).

No cardápio, o prato principal será o anúncio da chapa Castro/Reis para a disputa do governo estadual do Rio. O deputado Altineu Côrtes (PL) também embarcou pela manhã para a capital federal, cumpre agenda na Câmara e à noite também participou do encontro de formalização da parceria do MDB/PL. O senador Flávio Bolsonaro foi convidado para o jantar. (Leia mais abaixo)

O acordo entre Castro e Reis já vinha sendo costurado há algumas semanas, mas na última sexta-feira, Cláudio Castro foi a Duque de Caxias e houve um diálogo a bordo do carro oficial do governador: “E aí Washington, quando posso te anunciar?”, perguntou Cláudio Castro.

A resposta foi de bate pronto: “Quando o senhor quiser” autorizou Washington Reis. Os dois apertaram as mãos na sequência e sacramentaram a chapa para a sucessão estadual.

Embora Washigton sempre estivesse bem cotado para ser o candidato a vice, em razão de sua liderança na Baixada Fluminense, importante colégio eleitoral com mais de 4 milhões de habitantes, a uma certa altura havia dúvida quanto às relações sólidas do político caxiense junto ao governador após a eleição do deputado Márcio Pacheco para o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) na semana passada.

Pacheco contou com o apoio de Castro para chegar ao TCE, enquanto o deputado Rosenverg Reis (MDB), irmão de Washington, foi outro candidato derrotado pelo rolo compressor comandado pelo governador. Mas as relações não ficaram estremecidas porque Cláudio Castro já havia anteriormente firmado compromisso com Pacheco, de quem foi assessor na Assembleia Legislativa (Alerj).   



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