A crise na Saúde de Campos foi parar na Justiça mais uma vez nesta quarta-feira (06). Para garantir atendimento nas duas maternidades públicas de Campos, que funcionam nos hospitais filantrópicos Plantadores de Cana e Beneficência Portuguesa, a Promotoria de Tutela Coletiva da Infância e da Juventude Campos ajuizou duas ações civis públicas contra a Prefeitura de Campos, com pedido de liminar, por falta de repasses nos últimos três meses aos hospitais.
Nas ações, a promotora Anik Rabello Assed Machado (foto acima), do Ministério Público Estadual MPRJ), pede um arresto nas contas bancárias da prefeitura para o pagamento do repasse atrasado do mês de setembro de R$ 2.743.006,33 milhões para os Plantadores de Cana e R$ 1.233.999 para Beneficência Portuguesa. As ações foram ajuizadas após a promotora realizar uma vistoria na semana passada nos hospitais, verificando a situação crítica em virtude dos atrasos da Prefeitura, o que gera, segundo os dirigentes das unidades, o risco de crianças terem o atendimento comprometido, sobretudo nas unidades de tratamento intensivo (UTI neonal). (Leia mais abaixo)