VEJA VÍDEO AO FINAL DAS INFORMAÇÕES - Motoristas de vans que operam no Setor F - que funciona no Shopping Estrada e deveria atender a população de Ururaí, Ponta da Lama, Ibitioca, Serrinha, Dores de Macabu, entre outras localidades - estão, nesta segunda-feira (23), na sede do Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT) para mais uma reivindicação.
De acordo com Bruno Santana, presidente da cooperativa e líder do movimento dos motoristas de vans informou ao Campos 24 Horas que a reivindicação dos trabalhadores é a sustentabilidade. Bruno disse que desde o dia 7 de agosto, quando começou o primeiro ato de protesto em frente a Câmara de Vereadores, totalizando quase 30 atos, o que era reivindicado era a sustentabilidade de todos os setores, porém há cinco meses motoristas de três setores não conseguem trabalhar, são eles os setores E, F e D., e os setores A, B e C trabalham de forma precária. (Leia mais abaixo)
Segundo Bruno, especialmente hoje, a reivindicação é de motoristas do Setor F. "Estamos reivindicando algo que foi combinado com o Setor F.
'No dia 22 de outubro, estivemos com o prefeito, levamos para ele nossas pautas, e uma delas seria a retirada dos ônibus ou a regulamentação dos horários dos ônibus, cumprindo a portaria 060, de normatização dos horários. No dia 1º de novembro, o prefeito emitiu a ordem para que fosse cumprida a portaria, mas ainda não foi cumprida. A empresa Rogil entrou com a liminar, o IMTT entrou com pedido de suspensão da liminar, conseguiu um parecer parcial do juiz, porém o sistema não etá funcionando', disse Bruno.
Ele esclareceu que a integração no Setor F é difícil, visto que apenas uma empresa faz integração com as vans e apenas de hora em hora. Por causa dessa demora e grande intervalo entre os ônibus de integração, os usuários que vêm dos distritos ficam muito tempo esperando um ônibus para embarque do terminal para o Centro e vice-versa.
Uma reunião está acontecendo para tentar um acordo para que os motoristas consigam trabalhar e levar o sustentar para suas casas.
"O grito hoje é conseguir trabalhar, é pedir para que o IMTT cumpra com as funções, fazendo o sistema funcionar", destacou o presidente da cooperativa. (Leia mais abaixo)