Morre uma das cadelas do batalhão de cães da PM que mais apreendeu drogas em ações no Rio

Uma das ações de maior destaque aconteceu em 2021, quando encontrou mais de uma tonelada de entorpecentes e armas sob um viaduto no Jacaré


  • 29/01/2023, 11h19, Foto: Divulgação.

A Polícia Militar perdeu uma de suas principais integrantes do Batalhão de Ações com Cães (BAC) na última segunda-feira. Nasca, cadela da raça pastor malinois, tinha sete anos e foi responsável pela localização de grande quantidade de drogas durante operações da corporação. Uma das ações de maior destaque aconteceu em 2021, quando encontrou mais de uma tonelada de entorpecentes e armas sob um viaduto no Jacaré, na Zona Norte do Rio, o que se tornou uma das maiores apreensões da PM.

De faro apurado, Nasca é definida pelos integrantes da corporação como "atenta, companheira e operacional". Durante o tempo de serviço, foi responsável por localizar toneladas de drogas e ajudou a apreender 27 armas durante as inúmeras operações às quais participou. (Leia mais abaixo)

Em nota, a PM lamentou "a morte da guerreira que deixou um legado não somente para o BAC, mas para uma legião de policiais militares que vibravam em suas ações sempre com um faro certeiro e impressionante".

Por estar presente nas operações da PM, Nasca também esteve em ações de alto risco e chegou a ser ferida em uma delas, em 2018, no Morro da Mangueira, na Zona Norte do Rio, episódio em que um policial morreu e outro ficou gravemente ferido.

Segundo a Polícia Militar, Nasca morreu em decorrência de complicações de uma torção esplênica. Nesta doença ocorre a rotação do baço em volta do eixo vascular, o que pode evoluir para uma trombose vascular, principalmente na veia esplênica, responsável por drenar o sangue do órgão.

Fonte: Extra



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