O governo dos EUA retirou nesta sexta-feira (12) o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, sua mulher e uma empresa em seu nome das sanções da Lei Magnitsky.
A medida foi publicada na página oficial do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros e mostra os nomes como eliminados da lista de Cidadãos Especialmente Designados e Pessoas Bloqueadas (SDN list). (Leia mais abaixo)
Para justificar a punição anterior, o governo norte-americano afirmou que Moraes usou seu cargo para autorizar prisões preventivas arbitrárias e suprimir a liberdade de expressão.
“Alexandre de Moraes assumiu a responsabilidade de ser juiz e júri em uma caça às bruxas ilegal contra cidadãos e empresas americanas e brasileiras”, disse, à época, o secretário do Tesouro Scott Bessent. (Leia mais abaixo)
A medida foi publicada na página oficial do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros e mostra os nomes como eliminados da lista de Cidadãos Especialmente Designados e Pessoas Bloqueadas (SDN list).
Para justificar a punição anterior, o governo norte-americano afirmou que Moraes usou seu cargo para autorizar prisões preventivas arbitrárias e suprimir a liberdade de expressão. (Leia mais abaixo)
“Alexandre de Moraes assumiu a responsabilidade de ser juiz e júri em uma caça às bruxas ilegal contra cidadãos e empresas americanas e brasileiras”, disse, à época, o secretário do Tesouro Scott Bessent.
Ainda na justificativa, Bessent afirmou que o brasileiro era responsável por uma campanha opressiva de censura, detenções arbitrárias que violam os direitos humanos e processos politizados — inclusive contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. (Leia mais abaixo)
Fonte: R7