Moraes é retirado da lista de sanções dos Estados Unidos

Nomes de esposa e empresa de ministro também foram retirados. Punição envolvia proibição de entrada nos EUA, entre outros pontos


  • 12/12/2025, 15h22, Foto: Divulgação.

O governo dos EUA retirou nesta sexta-feira (12) o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, sua mulher e uma empresa em seu nome das sanções da Lei Magnitsky.

A medida foi publicada na página oficial do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros e mostra os nomes como eliminados da lista de Cidadãos Especialmente Designados e Pessoas Bloqueadas (SDN list). (Leia mais abaixo)

Para justificar a punição anterior, o governo norte-americano afirmou que Moraes usou seu cargo para autorizar prisões preventivas arbitrárias e suprimir a liberdade de expressão.

“Alexandre de Moraes assumiu a responsabilidade de ser juiz e júri em uma caça às bruxas ilegal contra cidadãos e empresas americanas e brasileiras”, disse, à época, o secretário do Tesouro Scott Bessent. (Leia mais abaixo)

A medida foi publicada na página oficial do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros e mostra os nomes como eliminados da lista de Cidadãos Especialmente Designados e Pessoas Bloqueadas (SDN list).

Para justificar a punição anterior, o governo norte-americano afirmou que Moraes usou seu cargo para autorizar prisões preventivas arbitrárias e suprimir a liberdade de expressão. (Leia mais abaixo)

“Alexandre de Moraes assumiu a responsabilidade de ser juiz e júri em uma caça às bruxas ilegal contra cidadãos e empresas americanas e brasileiras”, disse, à época, o secretário do Tesouro Scott Bessent.

Ainda na justificativa, Bessent afirmou que o brasileiro era responsável por uma campanha opressiva de censura, detenções arbitrárias que violam os direitos humanos e processos politizados — inclusive contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. (Leia mais abaixo)

Fonte: R7



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