A mitomania, também conhecida como mentira patológica, é caracterizada pelo comportamento crônico de mentir de forma compulsiva ou habitual. Ou seja, ao contrário de contar uma mentira ocasionalmente para evitar ferir os sentimentos de alguém ou se meter em problemas, um mitomaníaco parece mentir sem motivo aparente.
Embora acredite-se que existam muitas razões para a mentira patológica, ainda não é totalmente compreendido por que alguém é capaz de mentir assim. Alguns casos podem ser resultados de uma condição mental, como transtorno de personalidade antissocial, enquanto outros parecem não ter nenhuma explicação médica que justifique tal comportamento. (Leia mais abaixo)
O que caracteriza um mentiroso patológico? Muitas vezes é difícil identificar por que esse comportamento de mentir de forma compulsiva surge. Porém, existem traços e características dos mitomaníacos que são cientificamente reconhecidos. Veja só:
É difícil saber lidar com um mitomaníaco que nem sempre está consciente de suas mentiras. Alguns fazem isso com tanta frequência que os especialistas acreditam que podem não saber a diferença entre fato e ficção depois de algum tempo.
Mentiras patológicas vs. mentiras "inocentes" A maioria das pessoas mente uma vez ou outra. Inclusive, uma pesquisa de 2010 revelou que contamos, em média, 1.65 mentiras todos os dias. A maioria dessas mentiras são as chamadas "mentiras inocentes".
Mas, afinal, qual a diferença entre mentiras inocentes e patológicas?
Mentiras inocentes (Leia mais abaixo)
As mentiras inocentes são ocasionais e consideradas: pequenas, inofensivas, sem intenção maliciosa, feitas para poupar os sentimentos de outro ou evitar algum tipo de problema. Alguns exemplos de incluem:
Mentiras patológicas
As mentiras patológicas são feitas com frequência e compulsivamente para fazer a pessoa parecer heróica ou vítima sem nenhuma razão aparente. Quem conta tende a não sentir culpa ou medo. Exemplos de mentiras patológicas:
Fonte: Dr. Jairo Bouer