Emergência em Casa: Coordenadora é entrevistada


terça-feira, 11 de setembro de 2012 (Fotos: Campos 24 Horas)Coordenadora de atendimento revela como atuam as equipes que resolvem os casos dos pacientes em casa. E ainda como o programa tem ajudado a salvar vidas em Campos

A Coordenadora do Emergência Em Casa, a médica Maria Fernanda Gomes Alvarenga(Foto: Campos 24 Horas).

Mais de 60% dos campistas que solicitam as ambulâncias do Emergência em Casa, programa implantado pela Prefeitura em 2009,  têm seus casos resolvidos durante o atendimento em casa, sem precisar de remoção para hospitais. Os dados foram revelados ao Campos 24 Horas pela Coordenadora de Atendimento  do programa, a médica Maria Fernanda Gomes Alvarenga. Ela destaca que o programa resolve dois pontos importantes. O primeiro é quando o caso é de real emergência, ajudando a salvar vidas. E o segundo, desafogando os hospitais. (Leia mais abaixo)

“Os casos graves são atendidos por médicos e enfermeiros, e a imediata remoção é feita pelo meio correto, através da UTI Móvel.  São casos de emergência e urgência médica, em que o programa faz o primeiro atendimento. Isso salva uma vida”, declara a médica.

Os casos que são resolvidos em casa, diminuem a demanda nos hospitais. Ela, ressalta, porém, que há outras situações em que os pacientes são encaminhados para os hospitais.

 “Quando o caso requer de uma complementacão diagnóstica, como exames de sangue, raio x, tomografias ou até internacões em enfermarias , o doente precisa ser encaminhado a um hospital”, ressalta a médica

"O programa ajuda a salvar vidas.Tenho muito orgulho de fazer  parte deste programa criado pelo atual governo", finaliza a médica.

Saiba como funciona o Emergência em Casa (Leia mais abaixo)

Cobertura do Programa- O programa foi criado em dezembro de 2009. A cobertura atual é em todo o município. Inicialmente, era apenas a região de Guarus.Em 2010,  passou a atender todo o município, com um total de 11 ambulâncias. As ambulâncias são solicitadas através do telefone 192.

Pólos: São 11 ambulancias, sendo  seis  UTI’s distribuídas em cinco pólos. Os locais  que apresentam maior demanda são Goitacazes, Nova Brasília e Guarus, seguidos de Baixa Grande e Travessão.



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