Metade dos comerciantes vai comprar menos este ano para o Natal, diz Fecomércio

O levantamento contou com a participação de 411 proprietários de estabelecimentos no estado do Rio


  • 24/09/2020, 15h46, Foto: Divulgação.

O Natal de 2020 será mais modesto, segundo os empresários do setor no estado do Rio de Janeiro. Uma pesquisa do Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ) mostrou que 49,7% dos empresários farão encomendas em um volume menor do que em 2019 e 27,2% pedirão quantidade igual. Apenas 23,1% disseram que encomendarão mais produtos esse ano.

O levantamento contou com a participação de 411 proprietários de estabelecimentos no estado do Rio, com o objetivo de estimar o volume de encomendas do comércio de bens e serviços na data mais importante do varejo nacional.  (Leia mais abaixo)

Questionados se pretendiam fazer encomendas para o Natal neste ano, 35,8% dos gestores afirmaram que sim e 64,2% disseram que não pretendem.  Este dado revela uma queda de quase 16 pontos percentuais em relação aos que pretendiam realizar a encomenda em 2019.  

Com respeito aos meses em que os empresários fizeram ou farão os pedidos, 57,1% afirmaram que será em novembro, 35,4% escolheram outubro, 29,3% optaram por dezembro. Cerca de 10,9% elegeram o mês de setembro e 2% em agosto. Em 2019, 51,5% pretendiam encomendar em novembro, 38,3% em outubro, 25,6% em dezembro e 16,7% em setembro.  

Aumento nos preços Os proprietários de negócios também apontaram um aumento no preço dos fornecedores:  90,3% afirmam que houve aumento, 8,5% disseram que os valores estão iguais e apenas 1,3% responderam que os preços estão menores. Em relação aos estoques, 65,1% disseram que está abaixo do planejado, 24,9% igual e 10% acima do planejado.

Os empresários também sinalizaram dificuldades no reabastecimento de produtos: 68,9% dos empresários dizem que estão enfrentando esse problema e 31,1% disseram que não. Tanto os produtos nacionais quanto os importados lideram o ranking relacionado às dificuldades do reabastecimento (ambos com 46,9%), seguido pelos nacionais (45,4%) e importados (7,7%).  

Fonte: Extra (Leia mais abaixo)



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