Mesmo sob críticas, Imperatriz mantém enredo em defesa dos índios

“Não é uma história inventada, é real”, diz Cahê Rodrigues, o carnavalesco da escola de samba carioca, após ter enredo criticado pelo agronegócio


07/01/2017      08h40    |    Foto: Divulgação  Mesmo após críticas de ruralistas, a escola de samba do Rio Imperatriz Leopoldinense decidiu manter o enredo em defesa de índios. "Nossa intenção nunca foi agredir o agronegócio. Sabemos o quanto ele é importante e não estamos generalizando. Em toda área há os bons e os maus. Nossa crítica é a quem usa agrotóxicos indevidamente, destrói a natureza. É uma polêmica desnecessária", diz Cahê Rodrigues, carnavalesco da escola carioca. A letra do samba cita ameaças aos índios, como o desmatamento e a disputa por terras. A construção da hidrelétrica de Belo Monte também é citada em trechos do enredo. Segundo a coluna da Mônica Bergamo, um dos motivos que levantou a discussão, foram os temas das alas: "Chegada dos invasores", "Olhos da cobiça" e "Fazendeiros e seus agrotóxicos". O carnavalesco, no entanto, defende a escola: "Não é uma história inventada, é real". Fonte: Brasil ao Minuto 



fique bem informado