
A mesa de diálogo “Campos e suas origens culturais”, na noite desta sexta-feira (30), abriu oficialmente a 1ª Feira dos Povos, que neste sábado (1º) movimenta o dia no Parque Alberto Sampaio, no Centro, em uma promoção da Superintendência municipal da Igualdade Racial (Supir) com diversos parceiros. O encontro foi na sede da Academia Campista de Letras, no Jardim São Benedito, tendo como tema principal os diversos grupos culturais formadores do município.
Compondo a mesa, a historiadora e arqueóloga Simonne Teixeira e o pesquisador Renan Torres falaram sobre “Cultura Indígena”. Já o professor Sérgio Risso e a liderança negra Léo Zanzi abordaram a “Cultura Africana” em Campos. Também à mesa, a professora e historiadora Sylvia Paes falou sobre o tema “Cultura Europeia”. Já Maria Alice Pohlmann, mestre em Políticas Sociais pela Uenf, conversou sobre “Cultura do leste Europeu e Asiática”. A mediação foi feita pelo professor e pesquisador João Ricardo Boechat. Em seguida, o microfone foi aberto ao público para aprofundar o debate dos temas abordados.
- A mesa de diálogo foi extremamente importante, porque mostrou toda essa diversidade de povos na formação de nossa comunidade, e esse é o objetivo, fazer com que todos tenham essa percepção, essa visualização. Daí estarmos certos de que essa feira será uma ponte de reflexão para nos tornarmos pessoas mais conscientes de nosso papel de interação e transformação na sociedade da afirmou a superintendente da Igualdade Racial, Lúcia Talabi.
De 9h às 21h deste sábado, a Feira dos Povos apresenta, no Alberto Sampaio, diversas atividades recreativas e culturais desenvolvidas por representantes de grupos formadores da sociedade campista, dinâmica social que se estende até os dias atuais, com a chegada de novos imigrantes. No espaço, barracas de artesanato, culinária, músicas e danças típicas dos povos representados.
Fonte: Comunicação/PMCG