Meia Noite no Museu: mais uma edição de sucesso com história e terror

Evento teve exibição de curtas-metragens trash, música e poesias macabras


  • 03/11/2019 10h12 Foto: SupCom.

(TEXTO RETIRADO DO SITE DA PREFEITURA) - O Dia dos Mortos teve início com o retorno à vida dos vultos históricos campistas na segunda edição do Meia Noite no Museu, que aconteceu na passagem desta sexta-feira (1) para sábado (2). A noite de terror no Museu Histórico de Campos foi marcada pela performance de “O Assassinato de Donana Pimenta”, encenada pelos alunos do Curso de Capacitação Teatral Letras em Movimento, além da presença macabra de outros personagens históricos como José do Patrocínio, Nina Arueira, Nilo Peçanha e Mariana Barreto. O evento ainda contou com exibição de curtas-metragens trash da cidade, música e poesias macabras. Foram disponibilizadas duas mil pulseiras para ingresso ao evento.

No pátio interno do Museu, o DJ Jason tocou trilhas sonoras de filmes de terror em discos de vinil e Sebastião Guerra declamou poesias ligadas ao folclore campista. O fotojornalista Wellington Cordeiro exibiu os filmes trash “Ave Satan”, “A Casa do Capeta”, “Objeto de Desejo”, “Cambaíba” e “Maldição do Voto”. Entre os visitantes, esteve Cristiane dos Santos, que soube do evento pelo site da prefeitura e se interessou pela proposta. (Leia mais abaixo)

— Uma amiga veio ao evento no ano passado e gostou bastante. Recentemente, eu vi pelo site o anúncio da nova edição e logo me interessei. Conhecia a história da Donana Pimenta e fiquei curiosa para ver a performance. Gosto do tema Halloween e achei ótimo uni-lo à história da cidade — comentou Cristiane.

Pelo segundo ano consecutivo, o Museu Histórico levou para a cultura brasileira o clima do Halloween, através de uma festa no Dia de Finados. Com os ingressos trocados por alimentos não perecíveis e a estimativa de dois mil visitantes, a festa foi mais uma das ações populares de educação histórica e patrimonial da atual gestão, como comentou a gerente do Museu, Graziela Escocard.

— Estipulamos duas mil visitas e solicitamos alimentos não perecíveis como troca pelos ingressos, uma forma de termos maior controle sobre a visitação ao espaço histórico do Museu e colaborarmos com as entidades filantrópicas da cidade. Mais uma vez, tivemos um evento de muito sucesso, trazendo os jovens para o Museu e difundido a história da cidade de uma forma lúdica — comentou Graziela.



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