Médico intensivista do HFM participa de congresso em Brasília

No HFM há um Centro de Atendimento Especializado de Queimaduras (CAEQ), referência no Norte e Noroeste Fluminense. Nos últimos dois anos, foram registrados 571 atendimentos às vítimas de queimaduras


  • 20/11/2022, 11h31, Foto: Divulgação.

O médico intensivista e coordenador médico do Centro de Terapia Intensiva (CTI) do Hospital Ferreira Machado (HFM), Elbo Batista Júnior, participou entre durante três dias este mês, do Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva – CBMI em Brasília-DF. O especialista apresentou um estudo de caso sobre paciente grande queimado. No HFM há um Centro de Atendimento Especializado de Queimaduras (CAEQ), referência no Norte e Noroeste Fluminense. Nos últimos dois anos, o hospital já registrou 571 atendimentos às vítimas de queimaduras.

De acordo com o médico, o congresso foi uma ocasião importante. “Essa foi uma grande oportunidade de discutir com intensivistas de todo país a respeito dos processos de trabalho, visando a melhoria contínua da assistência a esses pacientes”, disse. (Leia mais abaixo)

Elbo explicou que o congresso foi uma experiência enriquecedora. “Eu participei de um processo seletivo e os 12 melhores trabalhos foram apresentados. A apresentação ocorreu em várias salas simultâneas”, comentou.

O CONGRESSO Mais de 260 palestrantes nacionais e internacionais participaram do evento, com 11 salas simultâneas no Centro Internacional de Convenções do Brasil - CICB. O congresso trouxe como tema nesse ano, o “Cuidado intensivo centrado no paciente e família”.

CAEQ O setor recebeu o nome Lenício de Almeida Cordeiro, primeiro cirurgião plástico de Campos que faleceu em 1994, aos 46 anos de idade, vítima de leucemia, com objetivo de eternizar a memória do profissional que dedicou sua vida às vítimas de queimaduras, especialmente as de maior gravidade.

O espaço funciona no andar térreo do HFM e conta com uma equipe multidisciplinar para acompanhamento após a alta hospitalar, garantindo, assim, um tratamento mais humanizado e seguro aos pacientes que precisam dar sequência a essas intervenções, mesmo depois da saída da unidade.



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