Mario Frias afirma que patrocínio do Master a ‘Dark Horse’ não configura crime

Deputado diz não ver indicação de contrapartida; PF apura suspeitas envolvendo recursos de emendas


Deputado federal Mario Frias
Deputado federal Mario Frias. Crédito: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

O deputado federal Mario Frias (PL-SP) afirmou que o patrocínio do Banco Master ao filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre Jair Bolsonaro, não configura crime. Em vídeo publicado no sábado (12), ele disse que seria necessária uma contrapartida ou promessa de ato de ofício para caracterizar irregularidade.

Frias declarou não haver, nas mensagens divulgadas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, indicação de que o senador tenha oferecido algum ato em troca dos recursos. Segundo o deputado, as conversas tratavam do financiamento do filme.

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Frias foi um dos alvos da operação Make Up, deflagrada pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União na quinta-feira (10). A apuração investiga suspeitas de desvio de recursos públicos de emendas e seu possível uso em contratos ligados ao filme.

Segundo a PF, Frias destinou R$ 2 milhões ao Instituto Conhecer Brasil por meio de duas emendas de 2024. As suspeitas estão sob investigação e não representam conclusão de culpa.



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