Marina faz campanha no Rio e diz que se eleita investirá em inteligência para diminuir violência

Candidata da Rede voltou a afirmar que não se resolve questão violência ‘distribuindo’ armas para a população. Marina conversou com eleitores na cidade de São Gonçalo


  • 1º/09/2018 15h13 Foto: Divulgação .
A candidata da Rede à Presidência da República, Marina Silva, fez campanha no Rio de Janeiro nesta sexta-feira (31). Em São Gonçalo, a presidenciável afirmou que se eleita vai investir em inteligência para diminuir os índices de violência no estado. Em entrevista a jornalistas, Marina voltou a afirmar que o "problema da violência" não se resolve "distribuindo" armas para a população. "Isso é uma ilusão", afirmou. "Vamos investir em inteligência e na abordagem de manchas criminais para, combinando o combate ao tráfico de armas e ao tráfico de drogas, a gente diminua o problema da violência no Rio de Janeiro", declarou. Na avaliação da candidata, com mais segurança para a população, maior será a geração de empregos e de riquezas no Rio de Janeiro. Ela disse que em um eventual governo vai implementar o Sistema Único de Segurança Pública e o Plano Nacional de Segurança, unindo municípios, estados e a união no combate à violência. A presidenciável também prometeu "formação continuada" e remuneração "justa" de policiais. Em São Gonçalo, segunda maior cidade do estado do Rio, Marina participou de conversa com moradores e líderes comunitários na principal praça do município. Lula Marina Silva concedeu a entrevista à imprensa enquanto o Tribunal Superior Eleitoral analisava a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Questionada sobre a situação do petista, a presidenciável voltou a dizer que a "legislação deve ser aplicada para todos". "Eu não oriento a minha vida pública por oportunismo político. A lei diz que quem não está em conformidade não pode ser candidato. Eu não estou torcendo ou não torcendo", afirmou. "Eu quero que a legislação seja aplicada para todos, inclusive para aqueles que estão escondidos dentro do Palácio, como o [Michel] Temer e seus ministros [Eliseu] Padilha e o Moreira Franco. E [para] aqueles que estão no Congresso Nacional escondidos atrás do foro privilegiado", completou. Fonte: G1



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