Marcão Gomes mostra serviço, critica Caio Vianna e quer mandato

VÍDEO – Ao Programa Radar 24H, pré-candidato fala por que retornar a Brasília para representar a região


  • 13/07/2022, 22h25, Foto: Campos 24 Horas.

(Vídeo da entrevista ao final da página)- Em nove meses de mandato exercido como deputado federal (na ascensão da posição de suplente), Marcão Gomes (PL) alcançou experiência e um grau de produção que lhe injetou credenciais e ânimo para disputar uma vaga e tentar retornar a Brasília para representar Campos e a região. Ao Programa  Radar 24 Horas, nas plataformas digitais do site Campos 24 Horas nesta quarta-feira (13), o pré-candidato a deputado federal do PL reconstitui sua história que começou como assessor do falecido ex-vereador Renato Barbosa para depois se eleger vereador, presidente da Câmara Municipal, Secretário de Desenvolvimento Humano e Social e, por último deputado federal.  “Não sou um aventureiro, tenho 47 anos, mas acumulo experiência. Comecei como vereador, fui presidente da Câmara, adquiri uma experiência como deputado federal e, em pouco tempo de mandato, conseguimos trazer liberação de quase R$ 6 milhões de verbas para o nosso município, basicamente na área da assistência social", lembra. (entrevista completa abaixo)

Como suplente de deputado federal, Marcão Gomes assumiu a vaga de Altineu Cortes, presidente do seu partido, que assumiu a Secretaria Estadual de Meio Ambiente. (Leia mais abaixo)

Marcão enumera as conquistas no curto espaço quando esteve no exercício do mandato em Brasília. "Conseguimos esses recursos para uma instituição de longa permanência de idosos em nosso município, onde não há um asilo público municipal. Enxergamos a necessidade e batalhamos por este recurso, inclusive já depositado em favor na Caixa Econômica Federal. Obtivemos ainda o CRAIS (Centro de Referência e Assistência Social) em Farol, mais outro Centro de Referência no Jardim Carioca, além de uma residência inclusiva para pessoas com necessidades especiais que não contam com nenhum familiar para lhe tomar conta; essa verba possibilitou ainda a construção de uma casa de passagem para acolhimento de pessoas em situação de rua; e também liberamos R$ 8 milhões de verbas no combate a pandemia", pontuou Marcão.

"Neste período aprendi muito. Conheci os caminhos dos corredores do poder em Brasília, as lideranças com acesso aos ministérios, onde ir e como fazer para atrair recursos e entregar resultados à população. Acho que faço por merecer uma outra oportunidade para representar a região. Como se diz popularmente, tenho poeira na mochila”, avaliou.

Desde que iniciou sua trajetória como vereador, Marcão conta como começou sua trajetória na Câmara Municipal e como se mantém em ascensão no teste das urnas.

“Considero necessária nossa volta a Brasília para representar nossa região pela experiência que adquirimos e os serviços que prestamos. Em 2012, quando entrei na política já estava cansado de escolher nossos representantes e resolvi me colocar à disposição para também ser escolhido, acreditando em nossa capacidade e do nosso grupo para contribuir com bons serviços à população. Fui eleito vereador, em 2012, fui reeleito mais votado da cidade, mais de 5.552 votos, tripliquei a votação. Depois fui presidente da Câmara, então me coloquei como candidato a deputado federal, obtive 40.901 votos, conseguindo mais de 12 mil votos de fora de Campos. Tive mais votos do que 12 deputados eleitos por nosso estado, mas ficamos de fora por uma questão de legenda”, enfatizou.

Nesta eleição, Marcão montou sua plataforma de campanha com três bandeiras centrais: a defesa da educação pública, a do servidor público e do emprego. (Leia mais abaixo)

“Sou contabilista, advogado, tenho especialização em controle e finanças públicas, servidor público de carreira no IFF (Instituto Federal Fluminense). A inflação tem corroído nossos salários que estão defasados. Temos responsabilidades em manter a qualidade no serviço público. Na educação, fui educado na escola pública, que precisa de máxima atenção com qualidade e também melhores salários”, disse.

A expansão do IFF em outras cidades é outra pauta na agenda de Marcão. “Nós Temos 15 unidades e polos em todo Estado e precisamos de expansão da atuação do IFF. Em Cordeiro vamos federalizar o de lá, que recebe verbas de Pádua. Temos mantido interlocução com prefeitos de outros munícipios para expansão nestas cidades, a partir da identificação de suas votações e potencialidades”, afirmou.

Outra preocupação do pré-candidato se relaciona à questão do emprego. “Precisamos concentrar esforços no sentido de reduzir a carga tributária e disponibilizar incentivos para empresas que dão portunidades ao jovem no primeiro emprego”.

A criação de mecanismos de facilitação de acesso aos programas sociais governamentais é outro foco de Marcão. “Vejo as pessoas em situação dramática, padecendo nas filas sem conseguir acesso aos benefícios. Dias desses vi uma pessoa que precisava com urgência daquele benefício, mas não conseguia ser atendida numa entrevista. Precisamos de uma melhor estruturação dos programas sociais e ampliar os postos do CRAIS (Centros de Referência e Assistência Social). Em Campos são 137 mil famílias em situação de extrema pobreza que necessitam desses benefícios. Temos que ampliar esses serviços”, admitiu.

Marcão anunciou a manutenção da parceria com o senador Romário (PL), candidato à reeleição. “Através desta parceria com Romário conseguimos obter uma verba de R$ 720 mil para ampliar o núcleo de atendimento a pessoas com deficiência, que é uma de nossas bandeiras e também do senador”, lembra Marcão.    (Leia mais abaixo)

Secretário de Desenvolvimento Humano no governo Rafael Diniz, o pré-candidato pondera wuer Diniz encarou problemas da gestão anterior. “Todo homem público deve ser franco e direto no diálogo com a população. Todo governo tem erros e acertos. Fiz partedo governo Rafael, que teve alguns acertos como a questã da transparência das contas públicas, tendo inclusive recebido prêmios por isso. Conheci Rafael na Câmara, fomos vereadores juntos. Mas reconheço que ele assumiu o município numa situação difícil. Mas ainda assim acho que ele poderia manter o Restaurnte Popular, mas fui voto vencido como em vários pontos em que firmei posição contrária e ele e ao grupo”, contou. 



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