BR-101 é liberada após 10h de manifestação

Motoristas buscam seguir pela Beira-Valão até chegar a Estrada dos Ceramistas para então seguir para a BR-101


quarta-feira, 13 de agosto de 2014    -    Foto: Saulo Garcez / Campos 24 Horas   -   6h manifestação 1108 2(Atualizado às 15h50) - A  rodovia BR-101 foi totalmente liberada a partir das 15h desta quarta-feira,  nos dois sentidos,  após uma manifestação de moradores da Tapera, em Campos, no Norte Fluminense. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal(PRF) a via ficou interditada por cerca de  10 horas, já que a manifestação começou ainda na madrugada desta quarta-feira.  Houve retenção de três quilômetros em cada sentido da rodovia, na região . A manifestação oradores da comunidade da Margem da Linha fecharam a BR-101, por volta das 5h desta quarta-feira (13), na altura da Tapera, em Campos. Eles atearam fogo em pedaços de madeira e pneus pelo terceiro dia consecutivo. O trânsito ficou  em meia pista, e motoristas buscaram como alternativa seguir pela Beira-Valão até chegar a Estrada dos Ceramistas para então chegar a BR-101, onde o tráfego é intenso. A Polícia Rodoviária Federal(PRF), com apoio da Polícia Militar, controla o trânsito no local. Motoristas de carros de passeio, caminhões e ônibus  se mostraram irritados com o bloqueio da rodovia. Motivo Eles alegam que o cadastramento da Secretaria da Família e Assistência Social estaria sendo feito por terreno e não por família. Desse jeito, segundo eles, nem todas as famílias que moram em um só terreno serão beneficiadas. Em nota divulgada na última segunda-feira (11), a Prefeitura de Campos fez o seguinte esclarecimento. Uma equipe da Diretoria de Políticas Habitacional da Secretaria da Família e Assistência Social esteve, nesta segunda-feira (11), na comunidade da Margem da Linha, para dar continuidade ao levantamento de novas construções e atualização do número de domicílios do local. A equipe foi impedida de trabalhar por moradores que não se cadastraram em 2011/2012 para o Programa Morar Feliz e que, agora, alegam terem direito a uma casa popular. O diretor de Políticas Habitacionais, Ubiraci Serafim, informa que estranhou o posicionamento dos moradores, porque, se a equipe não pode trabalhar, não há como viabilizar novos cadastramentos, caso se verifique pessoas com o perfil para o programa.



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