Motoristas de vans e lotadas fecham ponte e trânsito é afetado em vários pontos

Manifestantes fecharam a subida da Ponte Mocaiber ateando fogo em galhos e pneus


  • 28/07/2017 11h47 | Foto: Filipe Lemos/Campos 24 Horas.
Veja vídeo ao final das informações: Motoristas e cobradores de lotadas e vans realizaram uma manifestação na manhã desta sexta-feira (28) e bloquearam a Ponte Alair Ferreira (conhecida como Ponte Mocaiber), no bairro do Fundão, em Guarus, Campos. Eles alegam que não estão podendo trabalhar em função das operações da Polícia Militar e da Guarda, que estão apreendendo veículos e gerando multas. O ato afetou o trânsito em Guarus e na cidade. Com isso, o trânsito está complicado em vários pontos. Os manifestantes tem duas reivindicações. A respeito das vans, eles pedem que a passagem permaneçam no valor de R$ 2,00. Já os motoristas de lotadas reivindicam a regularização do serviço. Ambos reclamam das operações realizadas em conjunto, entre a Guarda Municipal, IMTT e Polícia Militar, o que vem dificultando a circulação dos veículos, além das multas. Despachante de vans, há três anos, Shirlei Marnelo, de 42 anos, fez duras críticas: “O que a gente quer é trabalhar. A Prefeitura quer que a passagem seja reajustada para R$ 2,75, o mesmo valor das empresas. A gente quer que o passageiro seja livre, para andar onde quiser. Nos ônibus, os passageiros podem andar em pé, nas vans, não podem?.” disse. Shirlei acrescentou que chegou a ser realizada uma reunião para ser debatida. “Houve uma conversa para resolver a situação, mas não deu em nada. Nós estamos vendo com essa situação, muita gente ficando desempregada”, desabafou a despachante. NOTA DA PREFEITURA O Instituto Municipal de Trânsito de Transportes (IMTT) informou que vem mantendo diálogo com segmentos de transportes no município para tratar das demandas apresentadas por estes e, inclusive, recebeu esta semana representantes do transporte alternativo. Durante os encontros e operações de fiscalização, é informado a importância dos motoristas buscarem o órgão para concluírem o recadastramento e que os transportes que apresentarem alguma irregularidade, busquem acertar as pendências junto ao órgão. Os representantes do transporte alternativo têm até o dia 10 de setembro para concluírem o recadastramento que está sendo realizado pelo IMTT.  O objetivo do recadastramento é que todos passem a atuar dentro dos padrões para transportar apenas passageiros sentados com conforto e segurança.



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