Veja vídeos ao final das informações - Mais duas mães falam ao Campos 24 Horas (Vídeo abaixo) a respeito de um caso envolvendo uma escola particular localizada no bairro Jardim Carioca, em Guarus, Campos, que tem causado indignação entre pais de alunos e repercutido fortemente nas redes sociais. A influencer digital Joana Gomes do Prado, mãe de um menino de apenas 1 ano e 9 meses, denunciou (AQUI) supostos maus-tratos cometidos por funcionárias da instituição. (Leia mais abaixo)
Segundo Joana, seu filho vinha sendo mantido isolado dentro de um chiqueirinho na sala de aula, em condições que ela classificou como cruéis e inaceitáveis. A situação veio à tona após uma seguidora — que também é mãe de aluno da mesma escola — relatar ter presenciado o menino dentro do cercado, aparentemente triste e sozinho.
Mais relatos de pais confirmam a situação MÃE - Outra mãe, que presenciou diretamente o caso, reforçou a denúncia de Joana. Em seu depoimento, ela descreve ter visto o menino de Joana no chiqueirinho, sem qualquer tipo de acolchoado ou lençol:
“Levei meu filho na escola e vi uma criança no chiqueirinho, sem colchão, sem lençol, sem nada. A professora disse que ele ficava ali porque era muito bagunceiro. Perguntei se meu filho também ficava, ela disse que não.
Pedi as câmeras para a diretora, mas ela levou semanas e nunca me entregou.
Voltei lá outro dia e vi de novo a criança presa, enquanto as outras brincavam normalmente. Quando a criança me viu, levantou os braços pedindo colo. Liguei para a mãe e ela foi imediatamente até a escola. Se vocês têm filhos nessa escola, tirem. A diretora normalizou esse tipo de tratamento. Falta compaixão”, desabafou. (Leia mais abaixo)
HISTÓRTICO DE PROBLEMAS - As denúncias atuais também reacenderam lembranças de mães que passaram por situações semelhantes na mesma escola anos atrás. Uma mãe de UMA ex-aluna relatou ter enfrentado problemas semelhantes há quase uma década:
“Vi a reportagem e percebi que era a mesma escola onde minha filha estudou há nove anos. Ela chegava em casa muito agressiva, e a escola dizia que era imperativa. Sugeriram levá-la ao neurologista. Hoje ela faz tratamento para TDAH e ansiedade. Frequentemente aparecia com manchas roxas, que só surgiam após as aulas. Aos fins de semana, não apareciam. Retirei minha filha da escola por falta de explicações.”
ESCOLA CALA - Apesar da gravidade das denúncias e da repercussão nas redes sociais, a escola ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso. Pais cobram respostas e medidas imediatas para garantir a segurança e o bem-estar das crianças.