Mais de 50 mil atendimentos ambulatoriais a idosos

Números correspondem apenas aos equipamentos da Superintendência dos Direitos do Idoso, que em todos os projetos desenvolvidos em 2017 realizou cerca de 160 mil atendimentos.


  • 02/01/2018, 11h36, Foto: Supcom.
Cerca de 51 mil atendimentos ambulatoriais foram realizados nos equipamentos da superintendência dos Direitos do Idoso, no ano passado. Resultado positivo de atendimentos em fisioterapia, enfermagem, geriatria, ortopedia, assistência social, odontologia, endocrinologia, psicologia, angiologia, cardiologia, urologia e cardiologia, entre outras áreas, fazem parte do Projeto de Atenção Básica à Saúde do Idoso. Em todos os projetos realizados pela superintendência, em 2017, foram 159.333 mil atendimentos. Segundo a superintendente, Heloísa Landim, o projeto que tem por objetivo atuar na promoção da saúde do idoso, através das realizações das consultas ambulatoriais sistemáticas, faz parte das políticas públicas do governo do prefeito Rafael Diniz. — Existia, há mais de 10 anos, uma fila histórica na casa de Convivência do Parque Tamandaré. Posso falar que conseguimos acabar com isso, com a assistência dos nossos profissionais da ponta que são integrados as nossas Casas. Se nós não tivéssemos um corpo clínico e técnico, em sintonia com os conceitos das políticas públicas, seria apenas um tratamento medicamentoso — enfatizou Heloisa Landim. Equipamentos encontrados inativos em janeiro de 2017, como o Centro Dia e a Casa de Convivência de Dores de Macabu, foram reativados e têm, atualmente, amplo número de atendimento à população. — Nossa rede oferece área de Proteção Social, aulas de Educação Física, caminhadas, oficinas de memória, Circuito de Equilíbrio, aulas de artesanato, contação de história e teatro. É importante ressaltar que essas atividades são tão importantes quanto o atendimento ambulatorial. A pessoa idosa, quando ativa, adoece menos e necessita de menos medicações — ressaltou a diretora do Centro Dia, comentou Christiane Mazzini. O coordenador da Casa de Convivência do Parque Tamandaré, Oresten Júnior explica que desde de janeiro a Casa de Convivência do Parque Tamandaré se preocupa em recuperar os atendimentos ambulatoriais aos idosos. — Os equipamentos da superintendência se preocupam em cuidar da saúde do corpo e da alma de cada um dos assistidos, mantendo a proposta do governo de Rafael Diniz, através do envelhecimento saudável e ativo e dando empoderamento aos assistidos de todos os equipamentos — disse Oresten. (Comunicação/PMCG)



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