Maduro levou a Venezuela ao caos econômico, fraudou eleição e fez perseguição

Ex-líder sindical chegou ao poder como herdeiro do chavismo. Ao longo de 12 anos, governo foi marcado por crises econômicas e perseguição a opositores


  • 03/01/2026, 13h12, Foto: Divulgação.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado por forças dos Estados Unidos neste sábado (3), de acordo com o governo de Donald Trump. O próprio Trump anunciou a captura e disse que Maduro foi retirado da Venezuela, mas não informou seu paradeiro.

O presidente venezuelano estava no poder havia 12 anos e cumpria seu terceiro mandato, conquistado em eleições contestadas por observadores nacionais, ele vê seu país atacado pelos Estados Unidos e como principal alvo de seu presidente, Donald Trump. (Leia mais abaixo)

Conheça, abaixo, a trajetória do presidente venezuelano: Nicolás Maduro Moros, hoje com 62 anos, nasceu em Caracas. Após concluir o ensino médio, ele conseguiu um emprego como motorista de ônibus no sistema do Metrô de Caracas.

A escalada ao poder começou ainda como motorista. Maduro fundou um novo sindicato para representar os trabalhadores do Metrô de Caracas, no fim da década de 1970. (Leia mais abaixo)

Mais tarde, tornou-se militante do Movimento Bolivariano Revolucionário 200 (MBR-200), que era liderado por Hugo Chávez. Em 1992, após a tentativa de golpe fracassada e a prisão de Chávez, Maduro ganhou fama pelo ativismo em favor da libertação do líder revolucionário. Nos anos seguintes, Maduro foi eleito deputado, nomeado chanceler, até chegar à Presidência. O governo dele é marcado por polêmicas, crises econômicas e isolamento internacional.

Em meados de agosto, após seu retorno à Casa Branca, Trump deslocou um enorme efetivo militar para o Caribe. Sob a alegação de combater o tráfico de drogas, os EUA passaram a realizar ataques a embarcações supostamente usados por grupos criminosos.   Ao mesmo tempo, o governo Trump passou a considerar Maduro como o chefe do Cartel de los Soles, uma suposta organização — contestada por especialistas — que levaria drogas ilegalmente para os EUA. Washington estabeleceu uma recompensa milionária pelo líder chavista, e seu nome foi incluído em uma lista de "terroristas". Fonte: G1 (Leia mais abaixo)



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