sexta-feira, 26 de setembro de 2014 - Foto: Rodolfo Lins / Secom

A Secretaria Municipal de Limpeza Pública, Praças e Jardins recolhe atualmente, 130 toneladas de lixo reciclável por mês. O aumento na quantidade de lixo reciclável recolhido em um ano chega a mais de 60%. Antes, a média de lixo reciclável recolhido era de 80 mil toneladas/mês. A informação é do subsecretário de Limpeza Pública, Praças e Jardins, Carlos Morales.
Segundo Morales, a previsão é que este número chegue a 200 toneladas de lixo reciclável recolhido por mês, com a inauguração da primeira usina de material reciclável, que será doada pela prefeitura a primeira cooperativa de a ex-catadores do antigo lixão da Condin, e vai funcionar no Parque Eldorado. O termo de cooperação técnica já foi assinado pela prefeita Rosinha Garotinho, para entrega nos próximos meses.
Atualmente, o lixo reciclável está sendo tratado numa entidade sem fins lucrativos, a Sociedade de Apoio à Criança e ao Idoso (Saci), localizada na Baixada Campista, e que reverte toda a renda arrecadada para o Rotary Club de Campos.
A Lei 12.305, que trata dos resíduos sólidos, difere o lixo em dois tipos: o lixo úmido, como restos de comida, que é o chamado lixo inservível; e o lixo reciclável. “Nós aconselhamos as pessoas para que em casa separem o lixo úmido e o lixo reciclável em sacos diferentes”, disse Morales.
- Nós estamos hoje com uma equipe de 25 funcionários trabalhando, cadastrando os proprietários de clínicas e os moradores de condomínios e prédios, falando para estas pessoas, conscientizando-as sobre a questão da reciclagem – informa o subsecretário de Limpeza Pública, Praças e Jardins.
Hoje são 10 caminhões compactadores, adaptados só para lixo reciclável e dois específicos só para recolher o lixo das escolas municipais, que já foram todas cadastradas. “Não só recolhemos o lixo reciclável das escolas, bem como incentivamos os alunos a fazerem a separação do lixo reciclável de casa e trazer para a escola, onde ele será recolhido”, ressalta Morales.
- Recentemente recolhemos 900 litros de óleo inservível, que foram usados no Festival de Petisco, e deixaram de ser jogados na pia, onde poderiam entupir os canos e o esgoto, ou até mesmo as lagoas, rios e o mar – destaca.