(Vídeo da entrevista ao final da página) - O novo desafio do presidente da Fundação Municipal da Infância e da Juventude, vereador licenciado Leon Gomes (PDT), é materializar na prática ações de uma das suas bandeiras: a proteção e assistência das crianças, adolescentes e jovens com deficiência. Nesta entrevista ao Campos 24 Horas, Leon fala desta nova missão que abraçou para consolidar os avanços na política de inclusão destas pessoas na instituição que agora preside.
— É um novo desafio em algo que acreditamos que vai dar certo. A Fundação tem como base cuidar da assistência básica de todas as crianças. Isso é a essência de toda a engrenagem da instituição. E nós precisamos retomar esta essência dentro da Fundação como prioridade — disse Leon. (Leia mais abaixo)
As prioridades, segundo o vereador, incluem “retomar todos os cursos de forma integral, trabalhar mais próximos dos acolhimentos, do Conselho Tutelar que também faz esta engrenagem andar, além de criar na Fundação uma Superintendência de Direitos e Proteção das Crianças com Deficiência com uma equipe especializada para cuidar do assunto”.
Leon considera ainda ser fundamental uma radiografia da situação da criança com deficiência em Campos. “Quando a gente fala de inclusão é preciso ter números precisos e confiáveis. Então, precisamos de um censo para sabermos quantas são as crianças com deficiência em Campos. Precisamos muito deste censo, já que o IBGE está desde 2010 sem fazer”.
Sobre a viabilidade da superintendência, Leon Gomes avalia como essencial para o funcionamento da Fundação. “Já conversamos, eu e o prefeito Wladimir Garotinho, durante o processo de discussão se eu viria ou não para cá, e foi uma das coisas que tratamos. E o prefeito se comprometeu em trazer para cá esta superintendência que vai nortear a pauta da política de inclusão dentro da Fundação”.
OUTRAS AÇÕES - Ainda segundo Leon, se estende em outras direções no atendimento. “Precisamos avançar muito nesta questão do primeiro atendimento já que nem os conselheiros tutelares nem os cuidadores que estão nas instituições tem este conhecimento para lidar com essas pessoas, criando mecanismos e equipamentos para estas pessoas no sentido de cuidar do futuro destas crianças, mas também da realidade de hoje, também com uma rede de apoio aos pais com profissionais como psicólogos, entre outros”.
O papel fundamental é a Fundação mais próxima da sociedade porque eles é que fazem as coisas acontecerem. “A principal preocupação dos pais é a criança sem ocupação, daí ser fundamental os cursos para dar uma profissão à criança e o adolescente, mas também essenciais para forjar o seu caráter e disciplinar essas pessoas. As crianças não podem vir aqui apenas para fazer esporte e lazer. Aqui tem que ser uma extensão da escola e da casa deles com um grupo dedicado e preocupado com a formação do caráter e a personalidade dessas crianças. O vice-presidente da Fundação, Leandro Castelo, passou aqui pela clientela da Fundação, o que demonstra a importância desta instituição para a 'sociedade”, finalizou. Vídeo da entrevista abaixo: (Leia mais abaixo)