Mais uma mudança na Câmara de Vereadores de Campos, a 35ª em apenas sete meses. Nesta segunda-feira (07) foi a vez do vereador Kellenson Ayres Kellinho Figueiredo de Souza, o Kellinho (PR), que em dezembro do ano passado, junto com mais seis outros vereadores eleitos, não foi diplomado pelo TRE, por estar envolvido na Operação Chequinho, da Polícia Federal. A vaga do vereador foi ocupada pelo suplente, Thiago Godoy (PR), que permaneceu no cargo somente um dia.
Mas, no mês passado, Kellinho conseguiu uma liminar na justiça autorizando a diplomação e, consequentemente, a posse como vereador. Kellinho obteve na última eleição municipal, 3,374 votos. O presidente do Legislativo, Marcão (Rede) afirma que essa “dança das cadeiras” não afeta os trabalhos da Casa. (Leia mais abaixo)
- Nós temos um número mínimo de vereadores para realizar sessões. Tivemos quórum em todas as sessões, votamos todos os projetos encaminhados pelo Executivo e continuaremos votando - disse o presidente da Casa.
Prejuízo Financeiro
De acordo com levantamento do setor jurídico do legislativo campista, a constante troca de vereadores, por questões eleitorais, já provocou um prejuízo de mais de R$ 300 mil reais à Câmara de Vereadores de Campos. É que a cada saída de um parlamentar, o legislativo precisa exonerar todos os assessores. Isso gera gastos e o dinheiro é retirado do orçamento previsto para o ano todo.