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Justiça absolve 4 dos 12 PMs acusados no caso Amarildo

O corpo do ajudante de pedreiro está desaparecido desde 2013

14/03/2019 15h02 Foto: Reprodução-TV Globo

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A Justiça do Rio absolveu 4 dos 12 policiais militares acusados pelo desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza na Rocinha, na Zona Sul do Rio, em 2013.


A decisão, dos desembargadores da 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, determinou a libertação imediata dos ex-PMs Jairo da Conceição Ribas e Fábio Brasil Rocha da Graça, que haviam sido condenados a 10 anos e 4 meses de prisão.


As agentes Rachel de Souza Peixoto e Thaís Rodrigues Gusmão também foram libertadas. Elas cumpriam 9 anos e 4 meses de sentença.


Também houve redução de pena para o tenente Luis Felipe Medeiros, que era subcomandante da Unidade de Polícia Pacificadora da Rocinha na época do desaparecimento do ajudante de pedreiro.


Por meio de sua assessoria de imprensa, o Tribunal de Justiça do Rio explicou que o processo sobre a morte de Amarildo tramita em segredo de Justiça. Por isso, não é possível informar os detalhes que fundamentaram a decisão dos desembargadores.


Os outros policiais envolvidos no crime continuam presos, incluindo o major Edson Raimundo dos Santos, que foi condenado a 13 anos de prisão. Segundo as investigações, ele teria mandado os policiais levarem Amarildo para para prestar esclarecimentos na base da UPP em 14 de julho de 2013. O ajudante de pedreiro nunca mais voltou para casa.


 Relembre o caso


Amarildo de Souza desapareceu no dia 14 de julho de 2013, na Rocinha. Investigações do Ministério Público conseguiram comprovar que o ajudante de pedreiro foi levado para a base da UPP da comunidade pelos PMs, que acreditavam que Amarildo sabia do paradeiro de traficantes.


A Justiça concluiu que Amarildo foi torturado até a morte. O corpo dele não foi encontrado até hoje. Em 2016, 13 policiais militares foram condenados por tortura seguida de morte, ocultação de cadáver e fraude processual. Um deles, no entanto, já havia morrido quando a condenação saiu em 2016.


Fonte: G1

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