Pela terceira vez foi remarcado – primeira vez seria agosto do ano passado e a segunda novembro do mesmo ano - o júri popular de três acusados do caso Ana Paula Ramos, agora dia 17 de fevereiro de 2020, a partir das 10h, no Fórum Maria Teresa Gusmão. O caso chocou a sociedade campista, já que o Ministério Público apontou que a suposta mandante do crime seria sua cunhada e amiga, Luana Sales, que está presa e ainda não tem data marcada para julgamento.
Serão julgados os dois executores Wermison Carlos Sigmaringa Ribeiro e Igor Magalhães de Souza e o terceiro acusado, Marcelo Damasceno Medeiros, que seria o responsável pela contratação de Igor e Wermison. O crime ocorreu há mais de dois anos e todos os envolvidos respondem por homicídio qualificado. (Leia mais abaixo)
PAPEL DE CADA UM NO CRIME - Além de Luana, estavam envolvidos no esquema os executores Igor Magalhães de Souza e Wermison Carlos Sigmaringa Ribeiro, além de Marcelo Damasceno Medeiros, que seria o responsável por fazer a ligação entre Luana, que além de mandante teria atraído a vítima até o local do crime, e os outros dois. Todos foram presos na mesma semana do crime.
Segundo acusação oferecida pelo Ministério Público, Luana acordou pagar R$ 2.500 para que dois assassinos cometessem o crime de modo que parecesse um latrocínio (roubo seguido de morte) e, assim, extinguissem demais suspeitas. Antes do atentado, a cunhada já teria acertado R$ 2 mil e o restante seria pago após o crime.