Jovem espancada até a morte em baile funk também foi estuprada: 'Quero justiça', diz mãe

Sob protestos e homenagens, familiares e amigos sepultaram o corpo de Sther Barroso dos Santos, de 22 anos, nesta quarta-feira (20)


  • 20/08/2025, 18h27, Fotos: Divulgação.

O sepultamento de Sther Barroso dos Santos, de 22 anos, foi realizado na manhã desta quarta-feira (20) no Cemitério Ricardo de Albuquerque, na Zona Norte, sob pedido de justiça e muitas homenagens. A jovem foi espancada até a morte na saída de um baile funk na comunidade da Coreia, em Senador Camará, na Zona Oeste. O laudo também apontou que, além da série de agressões, a vítima foi estuprada.

"Hoje é um momento de revolta. Além do espancamento, teve o estupro. Mesmo com todo o trabalho do IML, o rosto da menina ficou desfigurado porque ela apanhou muito. Era uma menina, uma princesa linda, parecia uma boneca", lamentou a tia de Sther, Gisele. A mãe da jovem, Carina Couto, chorou muito e precisou ser amparada. No fim do enterro ela voltou a apontar o criminoso Bruno da Silva Loureiro, conhecido como Coronel, como mandante do crime brutal: "Tirou a minha filha de mim. Eu não vou aguentar, ela era linda e cheia de planos. Eu quero justiça, quero a minha filha." (Leia mais abaixo)

Segundo a família, Coronel e a vítima tiveram um breve relacionamento, mas não estavam mais juntos. Durante o baile, o traficante, que integra o Terceiro Comando Puro (TCP), teria tentado manter relações sexuais com Sther, mas ela recusou. Esta versão está sendo investigada pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).



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