23/09/2015 às 21h47 - Foto: Gerson Gomes / Sup. de Comunicação

A Orquestra de Violões do Instituto Federal Fluminense (IFF) participou da abertura do FDP.
Teve início na noite desta quarta-feira (23), em Campos, o 1º Festival Doces Palavras, primeiro festival de literatura e doces do Brasil. O evento, organizado pela Associação de Imprensa Campista e pela Academia Campista de Letras, é realizado em parceria com a Prefeitura de Campos, prossegue até domingo (27), com ampla e diversificada programação, sempre a partir das 10h. O evento tem apoio ainda da 12ª subseção da OAB, Câmara de Vereadores, Uenf, IFF e Liceu de Humanidades de Campos.
Os doces artesanais, que estão sendo comercializados, contam parte da história de Campos. As atividades culturais acontecem na histórica Praça do Liceu de Humanidades de Campos e nos prédios históricos do quadrilátero da praça, que são o Palácio Nilo Peçanha, sede do Legislativo; palacete Villa Maria, Casa de Cultura da Uenf; Espaço Antônia Leitão, na sede da OAB/Campos; e no saguão do Liceu.

A abertura do evento foi marcada com execução do Hino Nacional pela Orquestra de Violões do IFF (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense), seguida por pronunciamentos de autoridades e dirigentes de entidades da sociedade civil organizada, incluindo gestores das instituições que apoiam o evento.
O secretário de Desenvolvimento Econômico, Orlando Portugal, representou a Prefeita Rosinha Garotinho e destacou a importância do evento que, “através de uma profícua parceria, promove a cultura de Campos, com merecida valorização dos autores campistas e personalidades como as doceiras, que através da doce culinária, leva para gerações futuras detalhes da rica história de um povo valoroso”.
O presidente da Associação de Imprensa Campista, Vitor Menezes, lembrou que “a ideia do Festival Doces Palavras começou na AIC e foi encampada pela Academia Campista e abraçado pela Prefeitura e Câmara de Vereadores. Quero destacar o empenho do Doutor Edson e das equipes da Prefeitura. O Doutor Edson nos proporciona uma rica programação e, da mesma forma, a Villa Maria, o Liceu e a OAB desenvolveram uma programação própria que projete este festival para um calendário anual. A Bienal do Livro é um evento consolidado e, agora, desejamos que o Festival Doces Palavras seja um evento de senso crítico para discutirmos nossos destinos culturais”.
O presidente da Academia Campista de Letras, Helio Coelho, fez discurso poético. “A literatura é como uma semente que cai ao solo e floresce. Agora há pouco plantamos ali um ipê amarelo, como simbolismo. Neste primeiro dia da estação, ele começa a crescer na primavera. (...) quem planta vento colhe tempestade e quem planta na primavera colhe flores”.
O presidente da Câmara, Edson Batista, destacou que o Festival fortalece a cultura, “porque contribui para que as pessoas possam compreender a formação da cultura da nossa cidade que constrói valores mas, sobretudo, constrói cidadania”.