Cuidar das crianças é cuidar do futuro. A frase se firma como verdade quando se conclui que países que cuidaram bem de sua infância garantiram um lugar privilegiado na História. Nesta mesma linha de pensamento e ação, o presidente da Fundação Municipal da Infância e da Juventude (FMIJ), Igor Pereira, entregou ao presidente do Conselho Municipal de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Renato Gonçalves, um documento contendo todos os estudos realizados até o momento para implantação do Plano Municipal pela Primeira Infância (PMPI).
O documento tem as diretrizes gerais para o governo e sociedade civil na defesa, promoção e realização dos direitos das crianças, desde a gestação até seis anos de idade. O PMPI terá como referência o Plano Nacional pela Primeira Infância, aprovado em 2010. (Leia mais abaixo)
Igor lembrou que as primeiras ações neste sentido já estão sendo adotadas pela FMIJ. Na próxima reunião virtual do Conselho, uma discussão ampla sobre o Plano já deve ser incluída na pauta.
-- Vamos trabalhar para garantir políticas públicas que visem o desenvolvimento das nossas crianças também através do Plano Municipal Pela Primeira Infância. E queremos envolver toda sociedade, famílias, empresários e entidades de classe neste debate tão importante -- disse Igor.
Segundo ainda o presidente da FMIJ, é importante que o Conselho Municipal de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente esteja a frente dos estudos neste momento por ter o conhecimento técnico necessário. Na segunda etapa, o PMPI será amplamente debatido com a sociedade. A etapa final será a transformação do documento em lei.
Renato Gonçalves ressalta que Campos passa agora a fazer parte de um esforço nacional para colocar em prática uma série de iniciativas em benefício da primeira infância.
-- A ausência de políticas públicas nesta fase específica da vida, que vai até os seis anos de idade, pode trazer consequências para o resto da vida. Com o Plano Municipal, vamos preparar o município para oferecer políticas públicas nas áreas da saúde, da educação, do lazer, do combate a violência doméstica e sexual; ou seja, este é um grande esforço para pensarmos como podemos proteger e ampliar as políticas de atendimento a crianças na primeira infância -- concluiu Renato. (Atualizada às 11h03 para mudança do título) (Leia mais abaixo)