Ibama investiga vazamento de óleo na Bacia de Campos

Órgão disse que não recebeu relato de animal atingido pelo incidente que aconteceu no fim do mês de agosto


  • 07/09/2019 | 08h37 | Foto: Divulgação.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) abriu um processo administrativo para investigar o vazamento de óleo de um navio na Bacia de Campos, no fim do mês de agosto.

O órgão afirmou que não há relatos de animais atingidos pelo vazamento. O Ibama também disse que está realizando monitoramento aéreo da região, que fica no Campo de Espadarte, a 130 quilômetros da costa. (Leia mais abaixo)

Uma equipe do Núcleo de Prevenção e Atendimento a Emergências Ambientais (Nupaem) do Ibama foi enviado para o local.

Além disso, o órgão afirma que acionou representantes da Marinha do Brasil (DPC/MB) e Agência Nacional de Petróleo (ANP). Juntos, eles compõem a sala de crise para acompanhamento do incidente.

Segundo a ANP, o vazamento foi provocado por trincas no casco do navio "Cidade do Rio de Janeiro". A embarcação é operada pela empresa Modec, terceirizada da Petrobras.

De acordo com a Petrobras, o volume de óleo estimado é de 6,6 mil litros, além do vazamento identificado e já recolhido de 1,2 mil litros.

A Modec disse que a embarcação estava a serviço da Petrobras desde 2007, mas encerrou seu ciclo de produção em julho de 2018 e está em processo de desmobilização desde então. (Leia mais abaixo)

Na segunda-feira (2), a empresa em parceria com a Petrobras, começou a retirar os resíduos de óleo do navio. A Modec disse ainda que segue realizando as atividades para o descomissionamento e remoção da plataforma do local.



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