No Dia Mundial da Sepse, celebrado na quarta-feira (13), o Hospital Geral de Guarus (HGG) se destacou por sua iniciativa e compromisso em aumentar a conscientização sobre essa condição potencialmente fatal. Como parte das atividades planejadas para marcar a data, a equipe da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) se uniu para entregar canetas temáticas aos médicos e enfermeiros, realizar conversas esclarecedoras sobre a sepse e implementar uma estratégia de QR Code para fornecer informações sobre a síndrome.
A sepse é popularmente conhecida como “infecção generalizada”. Por decorrência de uma resposta inflamatória desregulada, é criado um estado onde o sistema circulatório deixa de conseguir suprir as demandas de oxigênio e nutrientes exigidos pelos órgãos. É uma condição grave que pode afetar qualquer pessoa e, se não tratada prontamente, pode levar a complicações sérias e até mesmo à morte. O Hospital Geral de Guarus reconheceu a importância de relembrar sobre a síndrome, sintomas e prevenção da sepse, e a entrega de canetas e distribuição de Qr Code pelo hospital, foi uma maneira criativa de alcançar esse objetivo. (Leia mais abaixo)
Os Qr Codes distribuídos pelo hospital continham informações essenciais sobre a sepse, incluindo protocolos de atendimento com antibióticoterapia dirigida para a sepse de acordo com o foco, além de um fluxograma para as primeiras orientações para o atendimento do paciente com suspeita de sepse. Essa abordagem digital adotada pelo Hospital Geral de Guarus, permitiu que os médicos e enfermeiros acessassem informações mais aprofundadas instantaneamente, aproveitando a tecnologia para disseminar o conhecimento sobre a sepse de forma eficaz.
Conversas informativas – Outro ponto forte da iniciativa foi a realização de conversas informativas sobre a sepse como comenta a infectologista do CCIH, Gabriella Lobo. “A ação decorre da importância de dosar junto com a equipe médica, o reconhecimento dos sinais e sintomas da sepse, bem como orientar sobre os exames clínicos necessários para a ação rápida e precisa no suporte aos pacientes com suspeita da disfunção”, disse.
“Essas iniciativas criativas, como a distribuição de canetas temáticas e a utilização de QR Codes, não apenas aumentaram a conscientização, mas também fortaleceram o vínculo entre os profissionais de saúde, proporcionando uma abordagem aberta e informativa para lidar com essa condição grave”, esclareceu a coordenadora da CCIH do HGG, Karla Tatiana.