Um homem que é apontado como autor do estupro de quatro crianças na zona rural de Campos foi visto nas proximidades de uma fazenda assaltada em Lagoa de Cima (veja Aqui), entre a noite de quarta-feira (14/07) e a madrugada desta quinta-feira (15/07). Além dos estupros, agora ele passa a figurar como suspeito do assalto em que um fazendeiro foi amarrado e amordaçado e teve uma caminhonete roubada. Desde que os estupros foram denunciados, o acusado, um pedreiro conhecido como “Mineiro”, de 51 anos(foto acima), se esconde em matas no entorno de Lagoa de Cima. Já as quatro crianças foram levadas para uma instituição de menores em Campos.
Um pescador de Lagoa de Cima disse à Polícia Militar na manhã desta quinta-feira que o acusado estava com um facão na noite de ontem perto da fazenda assaltada. E o relato do fazendeiro assaltado é de que o assaltante portava um facão. Como o acusado pode ter prisão decretada por conta do estupro de seus quatro enteados (duas meninas e dois meninos), uma busca policial pode começar a qualquer momento. (Leia mais abaixo)
A polícia pode encontrar dificuldades para localizá-lo, visto que, desde que as acusações de estupro foram feitas à polícia e ao Conselho Tutelar, “Mineiro” fugiu e pode ter armas. De acordo com informações obtidas pelo Campos 24 Horas, o acusado conhece bem as matas no entorno de Lagoa de Cima e Imbé.
OS ESTUPROS – Na semana passada, a ex-companheira de “Mineiro” denunciou ao Conselho Tutelar e à Polícia o estupro dos seus filhos com idades de 8, 9, 12 e 14 anos. Eles revelaram que sofrem abusos há quatro anos, porém, com medo, escondiam o caso porque eram ameaçados pelo acusado.
“Mineiro”, a companheira e as crianças moravamm no assentamento Antônio Farias, em Pernambuca, uma localidade que fica entre Ibitioca e Lagoa de Cima. Desde que foi denunciado, “Mineiro” fugiu e estaria em matas da região.
OUTRO ESTUPRO - Além do caso de “Mineiro”, a polícia investiga outro morador do mesmo assentamento em Pernambuca. Ele é suspeito de ter estuprado outra criança da localidade e ainda ter aliciado outras.
A reportagem do Campos 24 Horas procurou a conselheira tutelar Ana Paula Queiroz, responsável pelo caso, mas ela disse que não pode dar informações. (Leia mais abaixo)
O caso é investigado na Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM) e na 134ª DP/Centro.