O vereador Igor Pereira (PSB) já enviou ofício ao prefeito Rafael Diniz (Cidadania) com 16 assinaturas de Vereadores da Câmara Municipal de Campos, requisitando que renove a cessão de uso do heliporto na localidade de Farol de São Tomé. Apoiaram o ofício, encabeçado por Igor Pereira, os vereadores: Marcelo Perfil, Paulo Arantes, Ivan Machado, Renatinho do Eldorado, Joilza Rangel, Álvaro Oliveira, Eduardo Crespo, Josiane Morumbi, Cabo Alonsimar, Neném, Jorginho Virgílio, Álvaro César, Silvinho Martins, Fabinho Almeida, José Carlos e Rosilani do Renê, que assinou minutos antes do ofício ser enviado.
- O prefeito Rafael Diniz quer privatizar, fazer licitação. E nós estamos em um movimento contrário para que haja a renovação da cessão. Se a Prefeitura criar dificuldades para a Petrobrás, ela poderá retirar suas operações do Heliporto e a Praia de Farol de São Thomé poderá sofrer uma falência no seu comércio, assim como a perdas de muitos empregos – explica Igor Pereira. (Leia mais abaixo)
A LUTA CONTINUA – Mas, mesmo já tendo mandado o ofício, Igor Pereira afirma que vai continuar recolhendo a assinatura dos outros oito vereadores que ainda não assinaram. Ele explica que, na semana passada, este reunido com o diretor executivo de Relações Institucionais da Petrobrás, Roberto Furlan Ardenghy, para discutir a questão do heliporto do Farol. A audiência foi solicitada pelo deputado federal Hugo Legal (PSB), que esteve presente, assim como o deputado federal Wladimir Garotinho (PRP).
- A Petrobrás quer continuar no Farol, renovando a permissão que tem desde os anos 90. Aguarda uma posição da Prefeitura para resolver a questão, inclusive, com ganhos para o próprio município. A reunião foi, portanto, hiper reprodutiva. Vamos pressionar a Prefeitura para não criar mais obstáculos à renovação da permissão – finaliza Igor Pereia.
O PROBLEMA – Se realmente houver licitação para o Heliporto do Farol, a partir daí a Petrobras fica obrigada a negociar diretamente com a empresa que vencer a licitação, o que poderá aumentar o custo operacional para a Petrobras. Isso, no entanto, poderá tornar inviável a permanência da estatal na localidade, gerando prejuízo econômico em Farol de São Tomé e desemprego.