Guardas afastados em nova manifestação; vídeo

Ex-guardas alegam que foram afastados injustamente e querem retornar ao trabalho


  • 09/11/2020, 17h20, Foto: Campos 24 Horas.

Veja vídeo ao final das informações - Grupo de guardas municipais realizou, na tarde desta segunda-feira (09), uma manifestação que teve início no Centro de Campos. Eles seguiram para a frente da sede da Guarda Municipal de Campos (GCM), na Avenida José Alves de Azevedo (Beira Valão), onde interditaram meia pista. A principal reivindicação é o retorno ao trabalho, visto que, segundo eles, foram afastados de suas funções injustamente em 2008,. Os guardas também enfrentam dificuldade quando tentam um trabalho, porque não houve rescisão e até hoje constam como ativos.

O grupo de guardas municipais já haviam feito outra manifestação no dia 29/10 e explicaram ao Campos 24 Horas que no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) ainda constam matrículas ativas e abertas, assim como no Ministério do Trabalho e na Prefeitura. Eles reivindicam o retorno ao trabalho. Ainda segundo os manifestantes, cerca de 2.500 guardas foram afastados e estão na mesma situação. (Leia mais abaixo)

'Nos afastaram injustamente. Em 2018 deram uma falsa baixa na carteira. Por lei, quando isso é feito, a rescisão de contrato deve ser feita imediatamente. E como a carteira foi assinada como guarda municipal, o direito é de ser demitido só por justa causa ou se pedir para sair, o que não aconteceu. E não foi dada a baixa nem no Ministério do Trabalho, nem na Prefeitura', disse o agente Ferreira.

Na ocasião da primeira manifestação, o Campos 24 Horas enviou um questionamento para a Prefeitura sobre a situação que enviou a seguinte nota:

O desligamento destes profissionais aconteceu em 2008 e as contratações ferem a Constituição Federal, que estabelece a necessidade de concurso público para admissão de servidores públicos. 

Devido a ilegalidade destas contratações realizadas em gestões anteriores, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro proferiu decisão contrária a efetivação de vínculo com a Prefeitura do grupo em questão. A decisão negando a efetivação, pelo TJRJ, aconteceu em 2019.

(Leia mais abaixo)



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