GRUDaedes não identifica Aedes aegypti em São Sebastião

A ação representa mais uma ferramenta de combate ao mosquito e, consequentemente, às doenças como a dengue, zika, febre amarela e chikungunya. Experimento da Uenf foi aderido pela Prefeitura de Campos


  • 24/10/2018 17h34 Foto: Comunicação PMCG.
Agentes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da secretaria municipal de Saúde (SMS) estiveram nesta quarta-feira (24) na localidade de São Sebastião, na Baixada Campista, retirando as armadilhas GRUDaedes instaladas há cerca de um mês nas residências. Os equipamentos também foram colocados em Beira do Taí e já foram retirados. A armadilha GRUDaedes foi criada pelo pesquisador e professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) Edmilson José Maria e aderido pela Prefeitura de Campos, através da Vigilância em Saúde. A ação representa mais uma ferramenta de combate ao mosquito Aedes aegypti e, consequentemente, às doenças como a dengue, zika, febre amarela e chikungunya. Na última terça-feira (23), a Vigilância divulgou o mais recente Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), que caiu 1.1, indo de 3.7 para 2,6. — Até o momento, não encontramos nenhum aedes aegypti preso, mas muitos mosquitos da espécie culex. Colocamos 130 armadilhas na localidade e a previsão é de que, ainda no mês de novembro, instalemos novas armadilhas nos bairros do Joquéi e Bela Vista. Mas é bom ressaltar que a população precisa continuar vigiando suas casas e recebendo os agentes — disse Sílvio Pinheiro, subcoordenador de controle de vetores do CCZ. A GRUDaedes é feita de papelão e pintada com tinta preta. Os pesquisadores usaram uma cola específica e um pequeno disco que atrai o mosquito por ter um odor semelhante ao exalado no suor de uma pessoa. A armadilha tem duração de 30 dias e cada residência e comércio visitados pelos agentes do CCZ, recebeu duas unidades para serem testadas. Fonte: Comunicação PMCG



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