13/07/2015 - às 14h55 - Foto: Divulgação

A greve dos servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), iniciada terça-feira (7), interrompeu parcialmente os serviços do órgão. Na manhã de hoje (13), algumas agências da capital paulista estavam completamente fechadas. Em outras era possível receber os atendimentos agendados. Segundo o último balanço do Ministério da Previdência Social, 6% das 264 agências do estado de São Paulo estão totalmente paralisadas e em 13% o funcionamento é parcial. A greve não alterou o funcionamento da agência de Campos. A unidade funciona normalmente e nenhum tipo de serviço foi suspenso.
No estado do Rio, agências da Baixada e Região dos Lagos não funcionaram. Na capital, Copacabana, Méier e Jacarepaguá fecharam as portas. Segundo o sindicato da categoria (Sindsprev-RJ), apenas casos indispensáveis estão sendo atendidos na greve.
De acordo com dados do ministério, em todo país 240 agências estão totalmente paralisadas (15% do total). Em 307, o funcionamento é parcial (19,1%). O Mato Grosso e a Bahia são os estados com maior adesão à greve. Nesses estados, 59% e 46%, respectivamente, dos locais de atendimento estão fechados.
A Associação Nacional dos Servidores da Previdência Social (Anasps) estima que 80% da categoria aderiu à paralisação. Amanhã (14), a entidade deve divulgar um balanço do movimento. Os servidores reivindicam reajuste de 27,3%. Até o momento o governo ofereceu 21,3%, divididos em quatro parcelas anuais.
Quem não for atendido por causa da greve terá a data remarcada. O reagendamento será feito pela própria agência. O segurado poderá confirmar a nova data pelo número de atendimento 135, um dia após o agendamento inicial. O instituto informou que considerará a data originalmente agendada como o da entrada do requerimento, de modo a evitar prejuízo financeiro nos benefícios do segurado.