segunda-feira, 5 de janeiro de 2015 - Foto: Reprodução

O Enef (Estratégia Nacional de Educação Financeira), criado em 2010, foi instituído como política de Estado para incluir assuntos como investimento e finanças no dia a dia das escolas.
A responsabilidade pelo programa é do Conef (Comitê Nacional de Educação Financeira), com o apoio de oito órgãos e entidades governamentais, como os ministérios da Fazenda, da Educação e da Previdência Social. Além de quatro organizações da sociedade civil, como a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e a BM&FBovespa.
Os programas do Enef foram criados a partir de uma pesquisa feita pelo governo federal que concluiu que a população no Brasil "ainda tem um baixo nível de educação financeira".
O plano inclui cartilhas, cursos e atividades sobre mercado financeiro e previdência, assim como orientações para educação financeira de adultos e idosos.
Nas escolas, porém, a ideia não é criar uma disciplina específica, mas integrar o assunto às aulas.
Em maio de 2014, conferências, palestras, cursos e seminários aconteceram em várias cidades do país na Semana Nacional de Educação Financeira.
Durante o evento, foi divulgado o relatório "O Impacto da Educação Financeira no Ensino Médio". O resultado mostrou que o país poderia aumentar um ponto percentual no PIB se aulas de educação financeira fossem incluídas no dia a dia das escolas públicas e privadas.