Após audiência pública, Dyogo disse que o governo está fazendo uma revisão dos programas sociais, com cruzamento da base dados, e, no futuro, as informações ajudarão melhorar a qualidade do gasto público. Pelas estimativas do governo, a revisão do auxíliop-doença, assim como a do BPC (Benefício de Prestação Continuada) e aposentadoria por invalidez, pode gerar uma economia de R$ 7 bilhões a partir do próximo ano. O ministro destacou que, com a aprovação da PEC dos gastos, as despesas devem cair em relação ao PIB, mas não haverá uma queda nominal. “Nós todos esperamos e estamos trabalhando para que isso aconteça. O PIB crescerá um pouco acima da inflação nesses dez anos" e portanto gera o efeito de a despesa reduzir em relação ao PIB. Isso vai gerar o que todos precisamos no país a confiança que há uma sustentabilidade fiscal no país, confiança de que a dívida pública é solvente e portanto as pessoas podem tomar suas decisões econômicas sem maiores preocupações e continuar investindo e produzindo no país”, frisou.