O governador do Rio, Cláudio Castro (PL), comemorou a prisão de 1.000 milicianos em seu governo, entre outras ações no combate à criminalidade. Em artigo publicado no site Agenda do Poder, Castro, porém, ressalva que só a prisão dos envolvidos não é suficiente. “Por isso, desde o início, a estratégia da Polícia Civil é asfixiar financeiramente as organizações criminosas e, assim, enfraquecer seu potencial ofensivo”, explicou. O Campos 24 Horas destaca outros pontos que Castro ressalta da política de segurança do seu governo.
“O cerco às milícias é uma demonstração de que cumprimos com a política de tolerância zero com a criminalidade. Em vez de promessas, erguemos nossa credibilidade junto à população com trabalho. A Força-Tarefa de combate às milícias ultrapassou a marca de 1.000 milicianos presos nesta semana, o que é um marco da importância da implantação de uma política de estado, após quase uma década, contra esse tipo de crime”, afirmou. (Leia mais abaixo)
Cláudio Castro comentou ainda que a retomada do crescimento econômico do Estado passa pelo enfrentamento ao crime.
“A força do nosso governo se constrói pela recuperação do estado e pelo enfrentamento de antigos problemas que se agravaram ao longo dos anos. A retomada da economia e a consolidação do novo momento do Rio de Janeiro abriram espaço para que a Polícia Civil fosse mais fortalecida e chegasse a resultados expressivos em pouco tempo”,disse ainda.
“Hoje, a Polícia Civil tem orçamento próprio para definir suas ações, investir na melhoria de estrutura e equipamento. Além disso, só a prisão dos envolvidos não é suficiente. Por isso, desde o início, a estratégia é asfixiar financeiramente as organizações criminosas e, assim, enfraquecer seu potencial ofensivo”, acrescentou ainda o governador.
Ainda de acordo com Claudio Castro, o prejuízo das quadrilhas supera R$ 2,2 bilhões em razão do fechamento de comércios clandestinos, interdições de obras irregulares e apreensões. “É um golpe bilionário nas milícias. O governo aponta em uma direção cada vez mais clara: investir na qualificação policial, fazer concursos para ampliar o efetivo e robustecer a capacidade de investigação e prisão de quem transgrida a lei. A prisão de mais de 1.000 milicianos é exemplo da seriedade e dedicação de todos agentes”, concluiu.