"Gente que é nome de Rua" e Gotta logo após abertura oficial da 9ª Bienal do Livro

Com o elenco composto de crianças de 7 a 12 anos, os 16 alunos durante a apresentação abordaram o tema “Igualdade racial”


06/08/2016      07h57        |     Foto: Divulgação photos (16)"Gente que é nome de rua: vida e obra de Waldir de Carvalho" foi a primeira mesa da Bienal do Livro de Campos, na noite desta sexta-feira (5), no Centro de Eventos Populares Osório Peixoto (Cepop). A filha do homenageado, Walnize de Carvalho e o jornalista Orávio de Campos debateram as obras e peculiaridades do escritor campista com mediação do museólogo, Carlos Freitas. O bate-papo aconteceu no Café Literário. A criançada também teve espaço no primeiro dia de evento. O Grupo Gotta apresentou o espetáculo "Meninos de todas as cores". Com o elenco composto de crianças de 7 a 12 anos, os 16 alunos durante a apresentação abordaram o tema “Igualdade racial”. Segundo a professora Rosemary Pinto, além de incentivar a leitura, a peça visa conscientizar os estudantes e o público. "Não existe diferença entre o negro e o branco, pobre e o rico. Todos somos iguais essa é a mensagem que queremos passar", disse.



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