05/07/2015 às 15h55 - Foto: Sup. de Comunicação

Mesmo em tempos de crise no país, se há um mercado que não para de crescer é o da gastronomia, onde trabalham na região pelo menos 10 mil profissionais. Os salários giram em torno de R$ 1.600 e os restaurantes são os que mais empregam. Desde quando começou em julho de 2013, já passaram pelo curso de gastronomia da Superintendência de Trabalho e Renda cerca de 200 alunos.
- Independente da crise, o mercado que segue contratando é o da gastronomia. Há muitos novos investimentos - observou o chef Júnior.
A coordenadora de cursos da Superintendência, Janice Begni, conta que uns 50% dos alunos que concluíram o curso de gastronomia conseguiram ingressar no mercado de trabalho. “A procura por profissionais no Balcão de Empregos é intensa”, informou a coordenadora, referindo-se ao Balcão de Empregos.
Quem ainda frequenta as aulas sonha com um bom lugar ao sol. Isabel Cristina Ferreira, 50 anos, já vendeu quentinhas e parou, mas quer voltar e um dia ter o seu próprio restaurante. “O curso é ótimo, nos dá uma base excelente. Um negócio próprio é o que mais quero”, planeja.
Já Vilson Ribeiro, 38 anos, acredita num mercado interessante para os que desejam seguir em frente. “Acho que é uma ótima área para se trabalhar”, diz.
Mas além dos restaurantes, redes de fast food e hotéis também estão de portas abertas para receber profissionais qualificados, assim como o seguimento de festas e eventos.
Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Campos, a cidade tem mais de 100 estabelecimentos na região central, com ênfase na área da Pelinca, onde a gastronomia é variada e uma boa opção para campistas, turistas e novos moradores. Lá não faltam pratos da cozinha regional, brasileira e internacional.