Vídeo: veja a entrevista de Garotinho ao SBT


quinta-feira, 06 de fevereiro de 2014   -    Foto: Campos 24 Horas c/ imagens do SBT

O primeiro dos pré-candidatos ao Governo do Rio que foi sabatinado na emissora (Leia mais abaixo)

- Veja vídeo ao final das informações  -

GEDSC DIGITAL CAMERAO deputado federal e pré-candidato ao Governo do Rio Anthony Garotinho (PR-RJ) concedeu entrevista nesta quinta-feira (6) ao telejornal do SBT-Rio, levado ao ar no horário do almoço. Ele é o primeiro dos pré-candidatos ao Governo do Rio que foi sabatinado na emissora. O programa foi apresentado por Isabele Benito.

A entrevista

SBT: Como o senhor analisa o estado atual de segurança no Rio? 

Garotinho: Uma situação grave. Porque que quando se tem um plano de segurança, se trabalha com prevenção, modernização do aparelho policial e repressão qualificada, treinando os policiais, se consegue um decréscimo da violência. O IPEA divulgou no ano passado em O Dia, mostrando uma queda na taxa de homicídio no Rio. Ela vem caindo em toda região Sudeste. A violência cresce no Brasil como um todo, em capitais como Salvador Recife e outras capitais. O que na verdade ocorreu no Rio de Janeiro: houve uma queda mais acentuada do que na verdade ocorreu, porque o Instituto de Segurança Pública começou a manipular dados. Passaram a colocar encontro de cadáver e desaparecimento de forma separada. (Leia mais abaixo)

GEDSC DIGITAL CAMERASBT: Por que o senhor quer ser candidato a governador?

Garotinho: Eu quero ser governador porque o Rio de Janeiro está muito parecido com a época em que fui candidato e venci.  A primeira medida que tomei foi renegociar a dívida do Estado.  O Rio estava falido. E hoje a dívida do Rio é de R$ 85 bilhões. Uma dívida que eu deixei renegociada. Hoje, o Rio para pagar o salário do funcionalismo teve que pegar dinheiro emprestado com Bradesco. Sérgio Cabral quebrou o estado de uma forma irresponsável. É preciso alguém que tenha preparo, conhecimento e equilíbrio, sobretudo que saiba negociar, para recuperar as finanças e tirar o Rio desse  estado que o Cabral e o Pezão meteram.

SBT: Como o senhor analisa as parcerias feitas pelos governos federal e estadual nos últimos anos?

Garotinho: Nós também fizemos. São investimentos que foram trazidos na minha época e na de Rosinha. O pólo de Caxias, a refinaria, a grande usina de aço da Zona Oeste. Demos um grande salto, inclusive, a reabertura de todos estaleiros do Rio se deu na época em que eu era governador. GEDSC DIGITAL CAMERAAs vezes as pessoas dizem: -Garotinho não vai ter parceira com o governo federal. Mas, como? Quando eu era governador do PDT e Fernando Henrique, a época presidente, do PSDB, sempre foi recebido por mim quando vinha ao Rio. Pelo contrário, a dívida do Rio só foi renegociada quando eu era governador e Fernando Henrique era presidente. Então, quando for a favor do povo, estaremos juntos.

SBT:  E as alianças para a eleição? (Leia mais abaixo)

Garotinho:  O povo vai repudiar de forma veemente o que , por exemplo, está fazendo Sérgio Cabral. Nomeia um secretário de um determinado partido, e ele fica apenas dois meses só para ter o apoio do partido. Então, entra agora e vai sair em abril para ser candidato. O povo está cansado desse tipo de comportamento. A aliança principal eu já fiz, que é com a população.

SBT: O que o senhor acha da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP)?

Garotinho: O projeto da UPP era um dos 60 projetos que existiam no nosso Plano de Governo. Foi de lá que ele tirado. Mas, ele tem que prender bandido. Hoje em dia, o Sérgio Cabral criou o aviso-prévio para bandido. Diz assim: sai daí e vai pra Baixada, pra Zona Oeste, pra Região dos Lagos... Cabral avisa que vai entrar. Não existe modelo nenhum no mundo que avisa ao bandido que a polícia vai chegar. Só no Rio de Janeiro. Foi um governo que escolheu privilegiar a zona sul por causa da Copa e quer que o resto se exploda. Temos que fazer política de segurança pública pra todo mundo.

SBT: O senhor considera a possibilidade de ser candidato a Senador?

Garotinho:  Essa pergunta pode ser feita a qualquer um, menos a quem está liderando as pesquisas. Eu não tenho motivo para não ser candidato a governador. O povo quer. Em qualquer pesquisa estou em primeiro lugar. Na última pesquisa divulgada pelo Datafolha estou com 21% e o segundo tem 15%. (Leia mais abaixo)



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