O PSL vem forte no Rio de Janeiro nas próximas eleições em 2022. O ex-governador Anthony Garotinho está afivelando as malas e bagagens para desembarcar no partido, última legenda que abrigou o presidente Jair Bolsonaro. O convite partiu da direção nacional da sigla, que pretende fortalecê-la no Rio de Janeiro não apenas com Garotinho, mas com deputados estaduais e outras lideranças.
A ideia é construir uma bancada forte para afastar o partido do bolsonarismo raiz. Mas os rastros do ex-presidente deixaram o PSL ainda com um legado: no aspecto financeiro é a legenda com maior fundo partidário do Brasil. Segundo fontes ouvidas pelo Campos 24 Horas, a própria parlamentar também recebeu convite e deve também se transferir para a legenda. (Leia mais abaixo)
Segundo essas mesmas fontes, Garotinho espera resolver em breve seus problemas de inelegibilidade com a Justiça Eleitoral para logo ingressar na legenda.
Na terça-feira (06), Clarissa esteve em Brasília, na sede do PSL, onde conversou com lideranças nacionais do partido e assistiu a oficialização da filiação do deputado Vaguinho.
Junto com os três, também devem migrar para o PSL a deputada federal Daniela do Waguinho e o deputado estadual Márcio Canella, ambos do MDB. Canella já foi presidente estadual do PSL, antes da eleição do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
Para mudar de partido, Clarissa, que hoje é filiada ao PROS, vai entrar com um pedido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alegando mudança drástica no estatuto da legenda — essa é uma das brechas que permite a migração de um deputado sem que seja punido por infidelidade partidária.
Outros parlamentares também já se filiaram ao partido como Chiquinho Brazão, além do deputado estadual e radialista Pedro Augusto. (Leia mais abaixo)