Fundação da Infância e Juventude prioriza a Proteção Básica

Atualmente, a FMIJ administra sete casas de acolhimento que assistem crianças e adolescentes de 0 a 18 anos incompletos. Todos estes equipamentos oferecem estrutura de um lar e respeitam a individualidade de cada acolhido


  • 05/01/2017 16h49 Foto: Divulgação .
Reduzir o número de crianças e adolescentes acolhidos, através do investimento na Proteção Social Básica. Esta foi uma das primeiras metas estabelecidas pela atual gestão da Fundação Municipal da Infância e da Juventude (FMIJ) ao assumir a pasta, em janeiro de 2017. À época, os acolhimentos institucionais da FMIJ tinham em média 200 acolhidos. Hoje, após intenso trabalho de prevenção, os equipamentos têm 145 acolhidos. “Nenhuma criança ou adolescente chega aos nossos acolhimentos por acaso. Diversas situações de negligência, violência, abuso e tantas outras violações de direitos as levam até lá. Conseguir diminuir o número de crianças e adolescentes nestes equipamentos é a prova de que a Proteção Básica está funcionando. E isso é fruto de um trabalho que envolve diversos equipamentos do Sistema de Garantia de Direitos, que incluiu órgãos da Prefeitura e do Judiciário. Já avançamos, mas ainda há muito para ser feito até alcançarmos os índices desejados pelo município”, avaliou a presidente da FMIJ, Suellen André de Souza. Atualmente, a FMIJ administra sete casas de acolhimento que assistem crianças e adolescentes de 0 a 18 anos incompletos. Todos estes equipamentos oferecem estrutura de um lar e respeitam a individualidade de cada acolhido. Além de todas as atividades internas, eles vivem o cotidiano de quaisquer outras crianças: frequentam escola, fazem atividades extracurriculares, praticam esporte, participam de competições e apresentações, entre inúmeras outras coisas. As equipes dos acolhimentos trabalham não só com as crianças e adolescentes assistidos, mas também com suas respectivas famílias, no sentido de fazer um acompanhamento e auxiliar para que tenham condições de recebê-los de volta no convívio familiar. Criar condições e propiciar a reintegração dos acolhidos à família de origem é também uma missão dos acolhimentos institucionais. Fonte: Comunicação PMCG



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