
A fraude apontada pelo Ministério Público Federal (MPF) na Operação S.O.S pode ser ainda maior. A hipótese de que o esquema se replicava em outras OSs foi levantada pelos procuradores da República que atuaram no caso, integrantes da força-tarefa da Lava Jato.
A Operação determinou a prisão de 21 pessoas hoje (31), por crimes envolvendo propinas e desvios de recursos na organização social (OS) Pró-Saúde, que gerenciava hospitais públicos no Rio de Janeiro.
“Nós já temos indícios que a organização criminosa chegou a abranger outras OSs no estado do Rio. As investigações ainda vão avançar para essas outras”, disse a procuradora da República Mariza Ferrari.