Formação Continuada vai abordar Educação Antirracista e relações étnico-raciais

Encontro será realizado no dia 10 de setembro, no Cineteatro José Renato Cunha, com três horários de participação


  • 07/09/2026, 08h15, Foto: Ascom .

Campos 24 Horas - A Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Tecnologia (SMECT) realiza, no dia 10 de setembro, mais uma edição da Formação Continuada. A formação acontece no Cineteatro José Renato Cunha, em três horários: 8h, 13h e 17h30.

Desta vez, a capacitação vai contemplar professores da Educação Infantil, Anos Iniciais e Finais, Educação de Jovens e Adultos (EJA), Escola em Tempo Integral, além de Agentes de Apoio à Educação Especial e profissionais de apoio escolar.

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Com o tema “Por uma Educação Antirracista e Transformadora”, o encontro tem como objetivo fortalecer as práticas de Educação Antirracista na rede municipal de ensino e ampliar as discussões sobre as relações étnico-raciais.

Atendendo à Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (PNEERQ), a SMECT recebe como formadora Silvia Rohen Goulart, Agente de Formação da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola.

 

De acordo com a coordenadora dos Anos Iniciais, Karla Barreto, a iniciativa busca fortalecer uma abordagem que já integra os currículos da rede municipal, em consonância com a Lei nº 11.645/2008, que estabelece a obrigatoriedade do ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena.

Para a coordenadora, trabalhar a temática durante todo o ano letivo é fundamental para promover conhecimento, respeito e igualdade dentro e fora do ambiente escolar.

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“É preciso levar à comunidade escolar o rico conhecimento sobre a história e a cultura afro-indígena e quilombola, além do letramento racial. É fundamental reconhecer as desigualdades históricas e estruturais, fazendo com que nossos estudantes estejam atentos à justiça e à igualdade de oportunidades, independentemente de cor, raça ou etnia. Cultivar o orgulho por nossa ancestralidade e difundir seus saberes são práticas constantes em nossas escolas”, finalizou a coordenadora.



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