segunda--feira, 25 de maio de 2015 - Foto: Secom


Em Campos, nesta segunda-feira (25), Dia Nacional da Adoção, cerca de 150 crianças e adolescentes estão abrigados nos seis acolhimentos institucionais da Prefeitura. São menores que tiveram seus direitos violados e que devem permanecer sob a proteção do município até que a Justiça aprove e determine sua reintegração no núcleo familiar. Caso não seja possível a reintegração porque os pais faleceram, são desconhecidos ou foram destituídos do pátrio poder, a Justiça encaminha essas crianças e os adolescentes para adoção. Dos mais de 150 acolhidos, 40 aguardam por uma nova família.
A técnica de Referência do Serviço Social dos seis acolhimentos institucionais da Fundação Municipal da infância e da Juventude, Josilda Trajano, informa que, atualmente, das 40 crianças e adolescentes disponíveis para adoção em Campos, oito são crianças e 32 adolescentes; 27 são do sexo masculino e 13 do feminino; 18 (cinco crianças e 13 adolescentes) são pessoas com deficiência ou necessidades especiais.
- A grande maioria está fora dos padrões de preferência nacional de casais que querem adotar. Em geral, os casais buscam criança branca, de zero a dois anos e do sexo feminino. Daí, vemos a importância da Lei 8.490/13, através da qual a prefeita Rosinha Garotinho criou o programa “Um Lar para Mim”. A prefeita criou o auxílio-adoção, para incentivar servidores públicos municipais à adoção tardia, de crianças com mais de cinco anos de idade, e de crianças e adolescentes com necessidades especais – destaca a assistente social.