Filha de paciente volta ao HGG para agradecer atendimento humanizado ao pai dela

Luizane Gomes Rodrigues, de 70 anos, ficou internado por cerca de dois meses e passou pela Emergência, Unidade de Pacientes Graves (UPG) e Clínica Médica


  • 28/02/2026 | 16h11 | Foto: Divulgação.

A família do paciente Luizane Gomes Rodrigues, de 70 anos, visitou o Hospital Geral de Guarus (HGG), esta semana, para rever os profissionais de saúde. A filha dele, Tatiana Gomes, de 47 anos, agradeceu aos funcionários pelo atendimento humanizado e cuidado com seu pai, que ficou internado por cerca de dois meses na unidade. Luizane passou pela Emergência, em dezembro de 2025, e chegou a ficar internado na Unidade de Pacientes Graves (UPG), mas seu quadro clínico evoluiu e continuou o tratamento na Clínica Médica.

“Só tenho a agradecer a cada funcionário deste hospital. Desde o atendimento inicial, na recepção, até os outros setores. Os profissionais cuidaram dele com muito carinho e humanização, até os profissionais do serviço administrativo que faziam fichas e transferências nos trataram muito bem. Hoje eu vim para agradecer”, contou Tatiana. (Leia mais abaixo)

Ela percorreu a Clínica Médica e conversou com os profissionais. “Meu pai estava morando no Rio de Janeiro e sentiu-se mal quando veio passar as festas de fim de ano aqui em Campos comigo. Logo socorremos ele para o HGG, pois eu sabia que era um hospital completo e com profissionais humanos. Não me arrependo. Hoje ele está na UTI de outro hospital se recuperando”, falou.

A diretora clínica do HGG, médica Luisa Barreto, explicou que o reconhecimento da família pelo bom atendimento no hospital tem virado um hábito. “Já faz parte da nossa rotina receber esses familiares para agradecer tudo o que foi feito pelo seu ente querido que esteve internado. E essa é mesmo a nossa missão, transformar a experiência do paciente a melhor possível para este momento delicado em sua vida e de seus familiares”, falou.

O superintendente do HGG, médico Vitor Mussi, destacou a integração dos profissionais. “Não temos como medir a dedicação dos nossos profissionais. Eles entregam toda sua energia ao trabalho e isso reflete no atendimento. Fica fácil para a família perceber quando flui essa relação entre o paciente e os nossos multiprofissionais”, concluiu Mussi.



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